O prefeito Abilio Brunini (PL) reclamou da dificuldade para contratar trabalhadores para os serviços de limpeza e manutenção urbana. Segundo ele, um dos fatores que contribuem para a baixa procura é o assistencialismo, que tornaria o salário pouco competitivo para a realização de trabalho braçal.

Outro fator citado pelo prefeito foi o grande número de obras executadas pelo Governo do Estado, o que, segundo ele, reduz a disponibilidade de mão de obra no mercado.
“As pessoas não estão buscando trabalhar com limpeza de rua, poda, entre outros serviços, porque têm outras alternativas. Às vezes a pessoa recebe o Bolsa Família e faz um outro bico; no fim, acaba ganhando mais ou menos o mesmo que ganharia nesse tipo de trabalho”, afirmou à imprensa.
“Estamos com ausência de mão de obra. A pavimentação é uma das áreas em que estamos mais carentes. Estamos contratando, mas o que percebemos é que não tem havido procura”, completou.
Atualmente, todas as famílias cadastradas no Bolsa Família recebem, no mínimo, R$ 600. Crianças de 0 a 6 anos garantem um adicional de R$ 150 por integrante nessa faixa etária. Já gestantes, nutrizes (mães de bebês de até seis meses), crianças e adolescentes de 7 a 18 anos incompletos recebem um adicional de R$ 50.
Para ter direito ao benefício, a renda mensal por pessoa da família deve ser de, no máximo, R$ 218.
“Sem sossego”
O prefeito também admitiu que a cidade enfrenta problemas de manutenção, como mato alto em vias e canteiros e aumento de buracos durante o período de chuvas. Segundo Abilio, a situação tem tirado seu sossego.
“O peso [eleitoral] que eu tenho que ter é para tapar os buracos desta cidade, que são muitos; melhorar a limpeza urbana, que está deficitária; cortar esse mato que está por aí e resolver esses problemas que não estou suportando. Andar pela cidade e ver o jeito que ela está… precisamos solucionar isso”, disse ao ser questionado sobre o peso de seu apoio nas eleições.
“Estou mais focado nisso do que no processo eleitoral. Garanto que as condições em que a nossa cidade está têm tirado o meu sossego”, acrescentou.
Vídeo:
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14 Comentário(s).
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| J A SILVA 20.02.26 10h29 | ||||
| Tudo bem que existe os necessitados. Mas seria, no máximo, 10% dos que estão sendo atendidos hoje. O resto é vagabundagem. É usurpação. Não é questão de tipo de serviço ou salário (disse aí o Adauto - que deve estar entre os 90% que são beneficiados indevidamente, pra se manifestar do jeito que fez). Quem vive dessas esmolas, sem precisar deveriam ressarcir e receber punição correspondente. | ||||
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| Ediene Pereira Santos 18.02.26 14h24 | ||||
| Não sou contra o bolsa família, sou contra esse benefício não ser fiscalizado. As mães não trabalham, deixam os filhos nas creches e gastam o dinheiro com farra e ainda engravidam novamente. Eu tinha uma diarista 3 vezes por semana que recebe auxílio e quando saiu da minha casa abriu um processo na justiça do trabalho e eu fui condenada a pagar tudo, como não tenho condição de pagar fico enfrentando bloqueio da minha aposentadoria. | ||||
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| Adauto vieira da Silva 18.02.26 09h33 | ||||
| É simples resolver esse problema de escassez de trabalho braçal, é só pagar um salário compatível com tamanho esforço, enfrentando uma rotina de trabalho exaustiva, ainda mais porque esses serviços são realizado em pleno calor escaldante dos dias de hoje. O que é um grande agravante par a saúde dessas pessoas. Paguem um salário atrativo para esses tipos de trabalho que com certeza a procura ira voltar. | ||||
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| Clayton 17.02.26 23h41 | ||||
| Uma ideia seria colocar o detentos prisionais para trabalhar no serviço pesado e sol quente | ||||
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| James Elio Boing 17.02.26 20h03 | ||||
| Quem não quer ficar deitado no sofá esperando o bolsa família. Tem que ter data pra acabar seria um benefício até a pessoal se especializar numa área pra entrar no mercado se trabalho. Mas não eles tem que demostrar ignorância a vida toda pra continuar recebendo | ||||
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