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Política / EM DEFESA DA CARAVANA
16.04.2018 | 11h01
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Taques afirma que Pivetta está com ódio, rancor e precisa rezar

Ex-prefeito de Lucas do Rio Verde disse que programa faz “assistencialismo” e “servicinho” de Saúde

Alair Ribeiro/MidiaNews

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O governador Pedro Taques, que mandou antigo aliado rezar

CAMILA RIBEIRO
DA REDAÇÃO

O governador Pedro Taques (PSDB) voltou a rebater declarações de seu antigo aliado, o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), que na última semana disparou críticas contra a Caravana da Transformação, realizada pelo Governo tucano.

 

Para Pivetta, o programa de Taques realiza um “servicinho” de saúde e tem caráter “assistencialista”. (Leia mais abaixo)

 

“Analiso essas críticas como quem não tem ódio no coração. Eu analiso como aquele que todos os dias pela manhã e na hora de dormir lê o salmo 91”, disse Taques, citando o salmo bíblico que, entre outras palavras, diz: “Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas tu não serás atingido”.

 

“A estas pessoas com ódio, com rancor, peço que rezem um pouco”, acrescentou o governador.

 

A estas pessoas com ódio, com rancor, peço que rezem um pouco

As declarações foram dadas na manhã desta segunda-feira (16), na Arena Pantanal, onde o governador fez a abertura da 13ª edição da Caravana, que realiza mutirões de cirurgias e oferece serviços de cidadania.

 

Na oportunidade, Taques disse ainda que, enquanto for governador do Estado, o programa continuará sendo executado.

 

“Se eu não tivesse feito nada como governador, já estaria satisfeito por ter realizado a Caravana. Quero dizer que até o prazo que for governador de Mato Grosso, no mínimo até 31 de dezembro de 2018, por obra de Deus e do povo de Mato Grosso, eu não acabo com a Caravana”, afirmou.

 

Atendimentos

 

Durante coletiva à imprensa, Taques lembrou que a Caravana segue até 10 de maio, atendendo municípios do Vale do Rio Cuiabá.

 

A expectativa é de que 100 mil pessoas recebam atendimentos nesse período e sejam realizadas de 15 a 20 mil cirurgias.

Se eu não tivesse feito nada como governador, já estaria satisfeito por ter realizado a Caravana

 

“Chegamos à 13ª edição. A Caravana já passou em mais de 122 Municípios. Agora vamos chegar perto dos 141, o que mostra o sucesso do programa, com mais de 50 mil cirurgias já feitas. Uma pessoa me perguntou hoje: quanto tempo demoraríamos para fazer 50 mil cirurgias? Mais ou menos de 70 a 100 anos. Essas pessoas não poderiam esperar todo esse tempo. Daí a importância da Caravana”, concluiu Taques.

 

“Servicinho”

 

Em entrevista concedida na última semana, o ex-prefeito Otaviano Pivetta – que coordenou a equipe de transição de Taques – disse que, ao realizar a Caravana, o governador mostra uma gestão atrasada.

 

“Um Governo que precisa fazer Caravana da Transformação pra levar ‘servicinho’ de saúde pra sociedade está 6 mil anos atrasado. Isso se faz nas aldeias africanas, onde povos são nômades e não têm endereço”, disse.

 

“Mato Grosso tem 141 Municípios, tem endereço, local fixo para fazer política pública de Saúde. Não precisa o governador, que não é cirurgião nem nada fazer política e assistencialismo. Abraçar as pessoas e dizer que está dando esmola. Criando um assistencialismo, uma imagem de Mato Grosso que não é a nossa imagem”, afirmou.

 

Por fim, Pivetta disse ter um sentimento de decepção em relação ao Governo.

 

“Achávamos que estava elegendo um governador moderno, um homem letrado, professor, pós-graduado, doutorado, alguém que ia saber liderar as pessoas para fazer a transformação do Estado. Infelizmente, só decepção. Tanto que o lema Estado de Transformação já foi tirado. Agora não sei, parece que inventaram outro aí”, concluiu o ex-prefeito, ao citar o antigo slogan usado pelo Governo Taques.




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5 Comentário(s).

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Pedro Pereira   17.04.18 09h41
O futuro a Deus pertence e temos que chegar la para ver e crer, quem diria que hoje iriamos ver essa encrenca entre Pivetta e Taques, o que se ouviu a 4 anos atraz de quem estava no poder estamos ouvindo hoje, em muitas coisas o Pivetta tem razão, mas, o Pedro igualmente não deixa de ter razão o certo que imagino que os dois precisam rezar mais, um pelo gestor do Estado e outro pela pretensão em que tem...
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João Batista  16.04.18 20h21
Eu receito a todos os políticos do brasil não o salmo da segurança, de fortaleza, de coragem, confiança e sim o salmo 51 que é o do arrependimento; do pedido de libertação, pureza....
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ANA  16.04.18 13h21
Caravana, mas a saúde do estado um caos sem repasse do governo. não vejo a hora deste governador sair .
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Albanir berigo  16.04.18 12h58
O Otaviano pivetta, não deveria criticar a caravana da transformação, pois o governador tá levando ajuda para as pessoas mais necessitadas; Otaviano, menosprezou as pessas mais pobres, ao dizer servicinhos; ele não precisa do serisinho, pois é um abastado empresario e agricultor
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Air Francsico Costa  16.04.18 12h56
A saúde não tem a atenção que merece, se tivesse não precisaria de caravana da transformação. Transformação é transformar a ação, mas, essas ações pontuais não transformam a ação. Depois de ser atendido pelos membros da caravana, o cidadão que procurar uma unidade básica de saúde para dar continuidade ao tratamento, não será atendido, pois, não tem médico para aquela especialidade. Precisamos é transformar as unidades de saúde, colocando recursos humanos, financeiros e materiais, com remuneração merecida, tratar o contribuinte com urbanidade, dignidade e respeito. Para de assistencialismo, queremos respeito, por nós e pelo nosso dinheiro.
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