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Política / "LIBERDADE"
06.12.2017 | 10h14
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Sachetti diz que seu grupo não tem acordo "eterno" com Taques

Deputado comentou que grupo dissente do PSB ainda não definiu sobre apoio nas eleições de 2018

Alair Ribeiro/MidiaNews

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Sachetti garantiu que grupo apoiará gestão de Taques até o fim de 2018

VINÍCIUS LEMOS
DA REDAÇÃO

O deputado federal Adilton Sachetti (sem partido) afirmou que o grupo dissidente do PSB não assumiu, ao menos por ora, nenhum compromisso com a reeleição do governador Pedro Taques (PSDB).

 

Sachetti, que deixou o PSB em outubro junto com o deputado Federal Fábio Garcia, disse que os membros da legenda não definiram se irão apoiar a reeleição do governador. No grupo estão incluídos o deputado estadual licenciado Max Russi – atual secretário da Casa Civil –, os deputados Mauro Savi e Eduardo Botelho e o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes.

 

“Nós fizemos uma caminhada junto com o Pedro Taques, isso não resta dúvida. Estamos juntos com ele. Hoje, meu grupo político ajuda o governador. Mas nós assumimos o compromisso de fazer uma eleição com o Taques. Não assumimos compromisso ‘ad eternum’, para andar junto com o Taques em todas as eleições”, comentou, na manhã desta quarta-feira (6), em entrevista à rádio Capital FM.

 

Conforme o parlamentar, o possível apoio à reeleição ainda vai ser discutido entre os dissidentes do PSB – que devem migrar para o Democratas.

 

“Isso vai ter que ser discutido. Não estou dizendo que não poderemos andar com o Pedro Taques, estou dizendo que neste momento queremos a liberdade para podermos optar e discutir o próximo pleito”.

 

Mas nós assumimos o compromisso de fazer uma eleição com o Taques. Não assumimos compromisso ‘ad eternum’

“Vamos pressupor que não andemos na disputa eleitoral com o Pedro Taques, mas nós temos o compromisso de terminar o Governo com ele e apoiá-lo até o último dia. Cada vez que um grupo muda a composição para fazer disputa, não pode abandonar aquilo que foi conversado com a sociedade quando foi feita a eleição, como feito com o Pedro Taques”, completou.

 

Ele afirmou que a definição sobre o possível apoio ao governador somente será tomada no início do próximo ano.

 

“A decisão se iremos apoiar ou não o governador vai ser feita em março ou abril do ano que vem. Até lá não temos o que falar. Acho que é prematuro começarmos a discussão política agora. Agora é hora de trabalharmos para ajudar o governador a superar a crise que o Estado está vivendo”, disse.

 

Situação econômica

 

O deputado federal comentou que se o governador conseguir melhorar a situação econômica em Mato Grosso, por meio de recursos federais aguardados pelo Executivo estadual, serão maiores as chances de os dissidentes do PSB apoiarem sua reeleição.

 

“Se o Pedro realmente conseguir alterar o curso do que está acontecendo com o Estado, ele tem grandes chances de ir para a reeleição. Não tenho dúvida quanto a isso. Agora ele vai ter que demonstrar como faz a gestão, porque esses dias ele estava sem dinheiro e agora diz que está com recurso, no final do mandato. Isso é bom”.

 

“Não tenho dificuldade nenhuma em permanecer com o Taques e andar junto com ele. O que eu quero é o melhor para o Estado. Se a gente chegar no ano que vem e o Pedro estiver bem, vamos andar com ele, não há dificuldades neste sentido. Não são nomes que vão fazer as coisas mudarem no Estado. Ele tem um período ainda para demonstrar que isso pode acontecer. Acontecendo isso, claro que vamos andar com Pedro Taques, pois queremos o melhor para Mato Grosso”, declarou.

  

Os dissidentes do PSB somente devem decidir sobre o possível apoio à reeleição de Taques após o ex-prefeito Mauro Mendes definir se irá disputar o Governo do Estado. No grupo, muitos defendem que Mendes seja adversário do tucano nas urnas.




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4 Comentário(s).

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Saulo  06.12.17 20h52
Isso é conversa, se PSB tiver candidato a governo é lógico que não vai apoiar Taques até final de 2018, presta atenção deputado, a partir de junho do ano que vem começa às campanhas eleitorais se PSB tiver candidato a governador como vai apoiar Taques até final de 2018? Sem noção de nada o o nobre deputado.
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willian  06.12.17 18h23
É claro que não assumiu. Se as pesquisas apontarem números positivos para o Taques, aí eles apoiam, caso contrário, é obvio que não. Todos querem pular do barco afundando e se salvar...
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joaoderondonopolis  06.12.17 12h54
Tai o meu governador de MT a partir de janeiro/2019.
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nadine  06.12.17 10h19
Parabéns pela atitude Sachetti! Começo a te admirar!
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