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Política / ENCONTRO NO TAIAMÃ
13.02.2017 | 13h11
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PP se alia à oposição e diz que projeto de Taques “fracassou”

Grupo avalia nomes para disputar Governo; Geller, Fagundes e Antonio Joaquim são cotados

Marcus Mesquita/MidiaNews

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O presidente regional do PP, deputado Ezequiel Fonseca: mudança de grupo

DOUGLAS TRIELLI
DA REDAÇÃO

O presidente regional do PP, deputado federal Ezequiel Fonseca, declarou apoio ao grupo de oposição liderado pelo PMDB do deputado federal Carlos Bezerra.

 

Segundo o parlamentar, a medida se deve ao fato de que, para a sigla, o projeto do governador Pedro Taques (PSDB) “fracassou”.

 

“Nós estávamos no projeto do governador Pedro Taques, mas hoje o PP enxerga que esse projeto fracassou e que temos que construir de novo um projeto para Mato Grosso. A tendência é que não estaremos com o Pedro em 2018”, disse o líder do partido, que fez parte da coligação que elegeu o tucano em 2014.

 

O novo posicionamento do partido foi anunciado durante reunião de nove partidos, na manhã desta segunda-feira (13), no Hotel Taiamã, em Cuiabá.

 

Entre as siglas que compõem o projeto estão, além de PP e PMDB, PR, PT, PSC, PCdoB, PPS, PTB e PDT. Os três últimos estiveram também na base de Taques.

 

“O PP foi convidado a participar do projeto Taques. Nós ajudamos nesse governo. Depois o PP foi excluído e participamos da eleição com o Emanuel Pinheiro e, a partir daí, avançamos. Lá na frente, se o Pedro quiser vir apoiar o PP nacional, vamos abraçar. Mas não dá para o governo que está desenhado aí, é preciso redesenhar o governo”, afirmou.

 

Marcus Mesquita/MidiaNews

Reunião PMDB

O senador Wellington Fagundes, e os deputados federais Carlos Bezerra e Ezequiel Fonseca: reunião em hotel

Segundo Ezequiel Fonseca, seu partido já colocou à disposição do grupo o nome do secretário nacional de Política Agrícola, Neri Geller.

 

“É um nome nosso colocado neste momento, até porque temos candidato a governador, senador, deputado federal e estadual. Esta vai ser uma eleição fácil de se juntar, porque temos espaço para muitos partidos”, disse.

 

Outros nomes

 

Além de Geller, foram citados na reunião o nome do senador Wellington Fagundes (PR) e do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), conselheiro Antonio Joaquim, que irá se aposentar em dezembro deste ano.

 

Apesar disso, o grupo acredita que uma definição final deverá ocorrer somente no prazo final estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que é 5 de agosto de 2018.

 

"Aqui não temos um nome definido. Todos os partidos que vierem a somar, podem trazer nomes", disse Wellington Fagundes.

 

“O Antonio Joaquim está acenando a possibilidade de sair do TCE para filiar ao PMDB e ser um dos candidatos. É natural que eu também seja um dos cotados por estar no meio do mandato ao Senado, mas não tem aqui uma candidatura imposta. Primeiro temos que definir os projetos, depois os critérios para escolher os nomes”, afirmou.

 

Segundo o senador, o principal objetivo do grupo é o de construir um projeto contrário ao de Taques.

 

“Aqui é um grupo de oposição clara ao Governo Pedro Taques, porque este é um governo que se isola. Estamos buscando um projeto que venha agregar partidos para definir critérios de possíveis candidaturas a governador”, afirmou.

 

Sem racha

 

Já o presidente regional do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, disse que buscará evitar um racha no grupo por conta da definição do nome que irá disputar o Palácio Paiaguás.

 

Para isso, irá, nos próximos meses, estabelecer critérios para a escolha do candidato.

 

“O compromisso do grupo é se manter unido. E, para não rachar, vamos estabelecer critérios justos e todo mundo tem que aceitar. A união é que faz a força. Se racharmos, estaremos enfraquecidos, isso é uma regra básica. Todos aqui são políticos experientes e sabem disso. Então, não queremos rachar e não vamos rachar”, disse.

 

Leia mais sobre o assunto:

 

Bezerra reúne 10 partidos e quer chapa para disputar o Governo

 

Bezerra diz que Antônio Joaquim é “pré-candidato” pelo PMDB

 

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11 Comentário(s).

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Lucas  14.02.17 11h03
Lucas, seu comentário foi vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas
jose  14.02.17 09h26
ESTÃO ENGANADO ESSE NÃO E MOMENTO DE FALAR EM CANDIDATOS E ALIANÇAS ,O BRASIL PASSA POR UMA FRAGIL ADMINISTRAÇÃO SEM CREDIBILIDADE ESTA NA HORA DE FALAR COM O POVO ,COM AS PONTAS, PARA SENTIR O QUANTO VC ESTÃO ATRASADOS , COLOCANDO A VELHA POLITICA DE GUELA ABAIXO
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André  14.02.17 08h43
Ninguém ai nessa notícia está realmente preocupado com o nosso estado, nem com a população ou com qualquer outra coisa além de dinheiro e poder. Estão reclamando da gestão, mas na verdade o que está incomodando é a perda de poder.
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Ana Maria  14.02.17 08h19
Os três principais articuladores da oposição em Mato Grosso estão carregados de processos na Justiça, e acumulam enorme rejeição nas urnas. Os deputados federais, Carlos Bezerra (PMDB), Ezequiel Fonseca (PP), além do senador Wellington Fagundes (PR) tentam passar imagem de bons moços ao eleitorado. No entanto, são velhos conhecidos do povo e acumulam décadas de mandatos, fazendo da política uma invejável profissão. Falar em renovação com figurinhas carimbadas, iguais as citadas acima, é, no mínimo, uma afronta ao eleitor mato-grossense. Piada, né?
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Luiz Antônio Pagot  13.02.17 22h02
Tudo apressado! Tudo antecipado! Fora do contexto! Já no segundo semestre, terão que desdizer. Partidos distantes das bases, sem ouvir a opinião dos novos prefeitos e vereadores, querendo criar fãctoides. Só geram falta de credibilidade aos debilitados partidos políticos. Ponto para o Govêrno que reconhece os erros e aprimora a administração.
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