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Política / PAUTA
12.02.2018 | 09h00
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Maia reafirma votação da reforma da Previdência em fevereiro

Centrais sindicais pedem ao presidente da Câmara adiamento de medida para 2019

Câmara dos Deputados

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia

DA AGÊNCIA CÂMARA

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse na última semana que a data mais provável para a votação da reforma da Previdência em Plenário é 20 de fevereiro.

 

Após reunir-se na residência oficial com representantes de cinco centrais sindicais, que reivindicam a retirada de pauta da matéria, Maia reafirmou que a ideia é manter o calendário acordado com o líder do governo, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e com o relator da matéria, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA).

 

“Eu acho bom manter a data do dia 20, para que os esforços que estão sendo construídos tenham sucesso. Toda vez que adia a data, em vez de estar gerando pressão para conquista de votos, atrasa a mobilização”, disse o presidente da Câmara.  “Então vamos manter a data, para garantir a mobilização e encerrar esse assunto dia 20, dia 21,22 ou, no limite, dia 28”.

 

Maia, no entanto, admitiu aos sindicalistas que não pautará a reforma da Previdência sem voto. "Vamos trabalhar para ter voto, acho que o Brasil precisa da reforma da Previdência, o Brasil precisa que a gente tenha sistema previdenciário igual, do serviço público e do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social]”, finalizou.

Votação em 2019


A sugestão dos representantes da CUT, da Força Sindical, da Nova Central, da CSB e da UGT ao presidente da Câmara dos Deputado foi de que a votação da reforma fique para 2019. Eles argumentam que o governo não tem votos e nem legitimidade para aprovar uma reforma da Previdência. 

 

“Nós não concordamos com os números do governo. Eu acho que o governo hoje não tem 150 votos na Câmara e isso é muito ruim para o Brasil, na medida que, se o governo tiver uma derrota acachapante na Câmara, com certeza, as bolsas vão cair 10%, dólar vai subir e isso será muito ruim para economia”, disse o líder do Solidariedade na Câmara, deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), que preside a Força Sindical.

“Não estamos nos furtando a discutir uma reforma da Previdência, desde que ela seja debatida com a sociedade e feita por um presidente eleito para Presidente da República”, completou.




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2 Comentário(s).

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angelo  13.02.18 13h32
QUEREM PREJUDICAR OS TRABALHADORES COM A REFORMA DA PREVIDÊNCIA, ASSIM NÃO HAVERÁ A NECESSIDADE DE COBRAREM OS BANCOS E GRANDES EMPRESAS SEUS MAIORES PATROCINADORES,PELA DÍVIDA QUE TEM COM A PREVIDÊNCIA
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Gerson Almeida Macedo  12.02.18 10h01
Sei que é necessário fazer algumas mudanças no sistema previdenciário,mas vejo com muita desconfiança um Governo com mandato tampão e sem credibilidade insistir em em aprovar as medidas a qualquer custo, sem discussão com a sociedade.Acredito que o melhor caminho é deixar esta reforma para o próximo Governo,o qual terá respaldo popular para fazer as mudanças realmente necessária. Para querer fazer esta reforma a qualquer custo,com certeza este Governo atual vendeu a alma para o diabo e agora tem que entregar
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