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Política / COFRE CHEIO
10.01.2017 | 16h28
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Governo aumenta duodécimo da AL em R$ 46 milhões

Peça orçamentária enviada anteriormente pelo Executivo previa um orçamento de R$ 471 milhões

Marcus Mesquita/MidiaNews

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O futuro presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho

DOUGLAS TRIELLI
DA REDAÇÃO

O futuro presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (PSB), revelou que o Governo enviou o projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2017 com um acréscimo de R$ 46 milhões ao duodécimo do Legislativo.

 

O aumento no montante, que era inicialmente de R$ 471 milhões, foi uma reivindicação da Mesa Diretora visando arcar com uma série de atribuições que antes não eram suas, como o pagamento de seus aposentados e pensionistas e 100% dos beneficiários do Fundo de Assistência Parlamentar (FAP).

 

A peça orçamentária deverá ser votada ainda nesta semana, em sessões ordinárias.

 

“O duodécimo dos Poderes ficou congelado, exceto o da Assembleia. Porque não tivemos aumento de 2015 para 2016, enquanto o Tribunal de Justiça teve um aumento de 40%, assim como os outros órgãos”, disse Botelho em entrevista à TV Record, nesta terça-feira (10).

 

“Também estamos assumindo um custo que era arcado pelo Governo, que pagava o FAP e os inativos [da Assembleia]. Estamos assumindo esse custo, que dá quase R$ 80 milhões. Então, para nós assumirmos tudo, fizemos o reajuste desse duodécimo da Assembleia de R$ 46 milhões”, afirmou.

 

Inicialmente, o pedido dos parlamentares era de que o aumento fosse de R$ 60 milhões, conforme revelou o MidiaNews (LEIA AQUI).

 

Para nós assumirmos tudo, fizemos o reajuste desse duodécimo da Assembleia de R$ 46 milhões

Entretanto, Botelho disse que, com as economias que a Mesa Diretora fez no último ano, foi possível diminuir o valor.

 

“Fizemos o levantarmos do custo atual, acrescentamos essas despesas que estamos assumindo, diminuímos as economias que foram feitas no último ano e chegamos à conclusão de que faltaria em torno de R$ 46 milhões”, explicou.

 

Por fim, o deputado disse que pretende concluir sua gestão, que terá início no dia 1º de fevereiro, devolvendo do duodécimo da Assembleia ao menos R$ 100 milhões ao Governo do Estado.

 

“Eu entrando lá [na presidência do Legislativo], vou fazer novos estudos e é possível que consigamos reduzir e fazer novas devoluções ao governo. Mas vai depender de estudos e de discussões com os deputados”, afirmou.

 

“Eu não tenho previsão, mas vou fazer um trabalho para devolver algo em torno de R$ 100 milhões nesses dois anos em que estiver lá”, completou.

 

Leia também:

 

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Deputados pressionam Executivo para elevar orçamento da AL




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11 Comentário(s).

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alexandre  11.01.17 14h24
A greve da SEDUC não foi declarada ilegal os 61 dias, quem inscreve em divida ativa é a PGE e eles não conseguem cobrar os grandes devedores, quanto mais os pequenos, para inscrever em divida ativa tem que haver PAD, contraditorio e ampla defesa e a SEDUC não tem condição de fazer PAD de 60% dos servidores demoraria uns 5 anos ou mais, outra coisa: vai descontar as faltas em janeiro quando não há contrato de trabalho em vigência ? todos os acertos e descontos devem ser feitos na rescisão do contrato, portanto se o governo não fez, " quem dorme perde direitos" que assuma o adiantamento liquido negativo, os poucos que ainda vão trabalhar sem receber são os que tem respeito aos alunos e querem a renovação do contrato, ameaçar pratica comum deste governo, por isso não consegue o apoio dos servidores, lembre se que os contratados são via CLT portanto é no TRT 23 que seria a briga e lá o governo não manda...
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Jose  11.01.17 11h35
Tai uma ideia boa do governo renovar os aparelhos de ar condicionados. Imaginem quanto gasta um aparelho velho ligado o dia todo. Se voce troca por aparelhos novos economicos a economia sera gigantesca com energia. Já foi tambem uma boa ideia a redução da jornada de trabalho onde os aparelhos de ar condicionados ficam desligados e veiculos ficam parados entre outras economias. Parabens
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Rogério  11.01.17 11h32
Meu sonho é que um dia o povo desse país acorde e ocorra a "queda da bastilha".
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alexandre  11.01.17 10h12
Em vez de pagar os servidores, mandou os 46 milhões pra assembléia. Por isso que teve gente que ficou sem salário. E olha que o FEX foi para os Poderes..
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Gean Santana  11.01.17 10h04
Repasse do Judiciário: Em dia - Servidores atendido com RGA e demais benefícios; Repasse do Ministério Público:Em dia - Servidores atendido com RGA e demais benefícios; Repasse do Tribunal de Contas:Em dia - Servidores atendido com RGA e demais benefícios; Repasse da Assembleia Legislativa:Em dia - Servidores atendido com RGA e demais benefícios; E aos servidores do executivo: Ferro!! Se fosse um governo sério trataria os servidores com isonomia. Ou tem pra todo mundo ou não tem pra ninguém.
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