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Polícia / VIOLÊNCIA
05.12.2017 | 08h05
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PM é morto com 4 tiros na cabeça; esposa é considerada suspeita

Ela teria dado duas versões para o crime e, por isso, foi conduzida à delegacia

Reprodução

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O policial militar Moshe Dayan Simão Kaveski (detalhe), de 28 anos, foi assassinado nesta terça

JAD LARANJEIRA
DA REDAÇÃO

O policial militar Moshe Dayan Simão Kaveski, de 28 anos, foi assassinado a tiros na noite desta segunda-feira (4), no distrito de União do Norte, em Peixoto de Azevedo (691 km ao Norte de Cuiabá).

 

De acordo com o boletim de ocorrência, o homicídio aconteceu na frente da casa onde ele morava, por volta de 20 horas.

 

Segundo a PM, duas pessoas foram conduzidas até a delegacia da cidade, entre elas a esposa do militar, que era a única pessoa que estava no local no momento do assassinato.

 

Ela teria dado duas versões para o crime. O boletim de ocorrência da PM a coloca como suspeita do crime.

 

A outra pessoa é um homem com quem o policial estava ingerindo bebida alcóolica, durante a tarde de ontem.

 

O casal estava numa motocicleta, porém os disparos foram feitos somente em direção ao PM, que levou quatro tiros na cabeça e um no tórax.

 

A esposa contou, a princípio, que um carro parou no local e um homem baixo, gordo, vestindo roupas escuras, fez vários disparos em direção ao militar, quando eles estavam chegando em casa.

 

Entretanto, em seguida, ela teria dado outra versão, afirmando que se tratava de duas pessoas, e que elas teriam fugido logo após os disparos, em um carro, cujas características não foram fornecidas.

 

A mulher ainda contou que o atirador havia levado o seu celular e o do esposo, porém, em buscas ao redor da casa, os policiais encontraram o celular do policial jogado próximo ao muro da casa.

 

Testemunha deu detalhes

 

De acordo com uma testemunha, o soldado Moshe Dayan passou a tarde de segunda-feira ajudando na construção de um bar, na rua paralela à sua residência, na companhia de mais algumas pessoas.

 

Conforme a testemunha, a mulher do suspeito preso pela PM também foi até o local, mas logo foi embora, e o homem detido teria perguntado se o policial estava com sua arma.

 

A vítima informou, então, que a sua esposa estaria com a arma em casa.

 

Os policiais desconfiaram quando a mulher contou que o suspeito havia ido até a construção apenas uma única vez, e a testemunha, porém, relatou que ele teria ficado no local por muito tempo.

 

A testemunha contou que soube, por terceiros, que a mulher do PM teria um relacionamento extraconjugal com o suspeito.

 

De acordo com ela, o militar teria revelado que, dias atrás, havia brigado com o homem e teria lhe dado um soco no tórax.

 

Os policiais, então, foram até a casa do suspeito e a sua esposa informou que ele não estava na casa e confirmou que o marido passou a tarde com a vítima, na construção do bar.

 

Logo em seguida, os militares conseguiram localizar o suspeito e, ao questionarem sobre seu celular, ele disse havia perdido o aparelho, na tarde de ontem.

 

Ele foi detido e levado até à delegacia, bem como a esposa do policial Moshe.

 

A Polícia Civil ainda deve ouvir os dois suspeitos na manhã desta terça-feira.

 




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