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Opinião / GRACI OURIVES DE MIRANDA
15.05.2017 | 06h50
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Silêncio e abandono

Os empresários nem sequer refletiram sobre os espaços ecológicos que protegem nossos pulmões

A Bíblia nos ensina que antes de amar a Deus deveríamos amar ao próximo. Historicamente é de conhecimento dos cientistas que quando as autoridades de diversos Países aportavam em ‘Matto Grosso’, (TT), desde o século XVIII, evidentemente pela abundancia das riquezas naturais e alimentares, em que os ambientes ecológicos e muitos rios cristalinos nos presenteavam em abundância.

 

As obras do cientista Dr. Garry Porter (1980), Químico e Psiquiatra da Universidade Estadual de Kansas, pesquisou: poaia, ipeca ou ipecacuanha, raiz que salva vidas.  “Emergência tradicionalmente aplicada consiste de uma infusão de ipecacuanha, poderoso emético de ação pronta e infalível (...) suas raízes longas e grossas são ricas em emetina, (...)”. PORTER, 1980.

 

O etnólogo Claude Lévi-Strauss, nos anos 1936-38, no Brasil, e em Mato Grosso, pontuou: “circulei muitas vezes entre São Paulo e Mato Grosso (...)” nestas entradas pelo nosso “grande Forêt [grande floresta]”. Nosso interior era chamado de “grande”. As especies arboreas que existem no Morro da luz, faz-nos refletir sobre grandioso ambiente  ecologico, e homem natureza, então, nunca fugir da luta e buscar  salvar tantos os humanos quanto à floresta.

O poder econômico com sua necessidade de gerar poder sobre poder em todas as esferas, esquecem-se dos doentes ‘largos e abandonados’

 

A pesquisadora Graci Ourives Miranda, em Riquezas Lícitas de Mato Grosso, 2014, que é especialista do produto, abordou o tema e sua importância tanto para a humanidade quanto para o bem-estar saudável, porque esta planta: ipeca ou ipecacuanha mantém o ecossistema equilibrado e salva vidas.

 

E, temos possibilidades de refletir sobre o replantio da raiz da planta, assim, poderá além de recuperar vidas, nos propiciará oportunidades de ampliar o potencial turístico para nosso Estado.

 

Em 1727, aportaram em Mato Grosso uma comitiva que Segundo, A.Marques, 1923,da “Capitania de São Paulo, Rodrigo Cesar de Menezes, com cerca de 3.000 pessoas, elevando Cuiabá a categoria de vila”.  Virgílio Correa filho (1944)

 

E todos sentirão reabilitados: Homens, fauna e flora, assim o poder econômico também paulatinamente terão seus poderes econômicos revitalizados, evidentemente que através do replantio da raiz, as moedas não retornam tão midiaticamente quanto o plantio de grãos, somos a favor das exportações de grãos, mais contra excesso de desmatamento, pois os campos vazios também necessita ser reflorestada, a planta que poderá salvar vidas exige tempo de seis meses para vir a lume.

Quanto gratificante será gerar emprego no campo e divisas para o Brasil. O IBGE apontou que até 2011 ainda exportávamos o produto in natura. (MIRANDA, 2011).

 

Possibilidades e muitas de retirar os jovens da doença e atraí-los para o campo, isto com excelentes escolas e hospital habilitado. Então, vida nobre para todos, mantendo Hospitais, assim como os que existem no interior de São Paulo-SP. Mas, o poder econômico com sua necessidade de gerar poder sobre poder em todas as esferas, esquecem-se dos doentes ‘largos e abandonados’ nas portas das igrejas e nas sombras do Morro da Luz, as autoridades não tentam manter o ambiente e nem sequer atender as vidas largadas e abandonadas.

 

O centro Histórico e comercial, mas, um corpo ‘esquecido’. Os espaços que ladeiam o Morro da Luz são diagnosticados em abundância: crises sociais e econômicas, em que o poder econômico dominou, e, ainda domina os espaços, sem respeito nem sequer as leis, e esquecem-se do meio ambiente, causando espanto aos nossos olhares e da sociedade.

 

Os empresários nem sequer refletiram sobre os espaços ecológicos que protegem nossos pulmões: As verdes folhas, cor de oliva do Parque Morro da Luz, são folhas vibrantes, tremulas e com sustentação linda de galhos e troncos de diversos tons que parecem desfilar entre um corpo e outro tragado pela doença ‘droga’, e, que são abandonados pelos Gestores de todas as instancias de poder.

 

Comprova-se o fato das desigualdades através das imagens tanto do Morro da luz quanto ao corpo doente anestesiado, tanto pelas construções comerciais ao entorno, e há o descaso dos Poderes, quanto à existência dos anestesiados pela doença. 

 

O silêncio dos Poderes é triste. Quantas transformações no ecossistema manifestas nas imagens acima. Vamos ser céleres!  unir a sociedade e questionar as questões que são doloridas aos nossos olhos, então estabelecer uma profunda reflexão, mudar o contexto e salvar as vidas doentes pelo ilícito ‘droga’. Convidamos o leitor para refletir, sobre nosso meio para harmonizar que exista Harmonia homem e ECO.

 

Graci Ourives de Miranda é escritora.




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