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Opinião / GRACI OURIVES DE MIRANDA
17.06.2017 | 07h20
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Respeito ao cidadão

É lamentável que algumas operadoras parecem-nos que não são punidas com tanto rigor, e nem como deveriam

Na atualidade, respeitar as leis, batalhar pela harmonia, colaborar com o próximo e investir no meio ambiente dá lucro.  Nesse sentido, racionalizamos a utilização do nosso valoroso tempo, assim, estaremos ladeados de amigos e núcleo familiar.

 

Quando adentramos em alguns órgãos públicos para aguardar por audiência, somos sempre cumpridores de relevantes protocolos, como cada cidadão o faz como observador da lei: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, (...)” Título II, Capítulo I. (Artigo5º,) em que trata dos Direitos e garantias Fundamentais.

 

Contudo, algumas vezes, foi observado que somente à parte denunciante da ‘grande empresa’ estabelece nos salões. Acreditamos que todos deveriam aguardar o momento da conciliação em locais de “igualdade” ou ‘salão’.  Até por respeito ao ‘tempo’ da conciliadora. E dará a conciliadora um maior ‘equilíbrio’ ou ‘respirar’ entre os atendimentos. Algumas operadoras de telefonia, talvez sufoquem o judiciário. E, questionei oralmente.

 

Na atualidade tudo que mais assusta é a falta de ‘respeito’ que estão aos nossos olhares e nos causam espanto. Lamentavelmente, em se tratando de algumas grandes empresas (telefones). Será comodismo? Sentem-se superiores? Tratam as próprias colegas com indiferença e sem polidez e esquecem: ‘ética’. Até quando? Nas universidades devem ter havido cursos de ética? Porque razão subestima aquele momento de ‘ordem’? Ninguém é superior à lei.  

 

A prova do descaso: até o celular foi utilizado (parte da telefonia). Enquanto as partes envolvidas estavam centradas frente à conciliadora muito polida, elaborando seu trabalho com profissionalismo e retidão. A advogada da autora e a conciliadora estavam concentradas e atentas.

 

Ainda existia no local uma cidadã (autora) que estava sofrendo por abuso do poder econômico. A ordem mundial é a união, então a advogada da parte, também merecia e deve ser tratada com profissionalismo. Imaginei meu Deus! A empresa de grande porte esqueceu-se de assimilar e fomentar: segurança e bem-estar consumidor.  Artigo 219 “O mercado interno integra o patrimônio nacional e será incentivado de modo a viabilizar o desenvolvimento cultural e socioeconômico, o bem-estar da população e a autonomia tecnológica do País, nos termos de lei federal”.

 

É lamentável que algumas operadoras parecem-nos que não são punidas com tanto rigor, e nem como deveriam. Assim, se fossem punidas com severidade, antes de qualquer coisa, pelo menos aprenderiam a respeitar o próximo. 

 

Esperamos que as empresas de grande porte transformem suas ações, fomentando cultura para que exista humanismo e sensatez, pois: Jamais! Poderemos ser movidos somente para os excessivos lucros. Todo cidadão deve atentar pela sensatez.

 

Sejamos céleres! Na união e respeito às leis vigentes no País.

 

Graci Ourives de Miranda é escritora




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