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Opinião / MARIA AUGUSTA RIBEIRO
10.01.2017 | 22h00
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Internet de tudo e de todos

A nova rede mundial de computadores estará presente cada vez mais em nossas vidas

A possibilidade de dispositivos tecnológicos gerarem dados, e com isso auxiliar nossas decisões, já é real. Mas, e se o compartilhamento de informações entre máquinas e humanos pudesse acontecer para otimizar nossa performance?

 

Bem-vindo ao universo da internet de tudo (IOE), que estará presente cada vez mais em nossas vidas, começando por estimular a indústria, comércio e serviços, para que possam atender as necessidades das máquinas e dos humanos.

 

Antes que me diga que você é uma pessoa analógica e que a tal da tecnologia não representa suas necessidades, alto lá!

 

Imagine que está usando um sensor, tipo um relógio, que acompanha seus batimentos cardíacos durante uma corrida. Ao menor movimento diferente de seu coração, este sensor acessa seus últimos exames que dizem que não pode fazer exercícios mais intensos com a possibilidade de risco a sua saúde. Nesse momento o sensor entra em contato com seu médico, chama uma ambulância, e de pronto salva a sua vida.

 

O que quero dizer com essa história é que isso não é história de ficção científica, isso é um produto acessível no mercado. E devemos reavaliar nossa visão sobre a internet de tudo em nossas vidas.

Contrariando as expectativas, a internet de tudo ainda tem um caminho longo a percorrer

 

Além do pessoal, a IOE é utilizada na indústria, permitindo que máquinas reúnam dados relevantes e tomem decisões baseadas em informações reais. Esta tecnologia auxilia o mercado a produzir produtos melhores e mais eficientes.

 

Contrariando as expectativas, a internet de tudo ainda tem um caminho longo a percorrer, já que muitos dispositivos têm problemas a serem resolvidos no campo da cyber-segurança, privacidade e eficiência na entrega do que foi prometido.

 

Outro ponto preocupante é a nossa alfabetização, e principalmente as crianças, em relação a IOE. Já que podemos ser expostos a facilidades que poderiam gerar gerações de adultos frustrados e preguiçosos para a resolução de problemas, resolvidos pela tecnologia, em vez de por seus cérebros.

 

Acredito que não há como retroceder os avanços tecnológicos, eles realmente melhoram nossas vidas mais do que atrapalham. Mas, a verdadeira evolução está em nós mesmos, utilizando em conjunto nossas mentes e a tecnologia a favor de um mundo melhor.

 

 

Maria Augusta Ribeiro é profissional da informação e especialista em Netnografia




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