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Opinião / ONOFRE RIBEIRO
03.10.2017 | 06h30
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Facções Brasil

Transformar o Brasil pode ser pelo voto, mas vai demorar décadas. É muito grande a degradação

É doloroso, mas o Brasil tornou-se uma facção de crime organizado.

 

A facção é dirigida por políticos, partidos políticos, empresários corruptos, banqueiros, industriais cooptados, poderes constitucionais, corporações do serviço público.

 

Todos tiram a sua fatia. Ao povo resta pagar os impostos pra financiar a facção Brasil. 

      

Na manhã de domingo, ainda na cama, li um artigo do publicitário Ivan Guanaes. 

 

Pretendia dormir um pouco mais, mas a ansiedade não me permitiu. Lúcido, ele fala de uma revolução civil. 

 

Nada de armas militares, nada de armas civis. Nada de violência, nada de agressões. A sociedade brasileira já está ferida demais.

Nunca antes, a sociedade teve nas mãos armas tão poderosa como as redes sociais. Alcance extraordinário. Sem censura. Sem autor. Sem o controle da mídia tradicional. Sem medos!

           

Nunca antes, a sociedade teve nas mãos armas tão poderosa como as redes sociais.

 

Alcance extraordinário. Sem censura. Sem autor. Sem o controle da mídia tradicional. Sem medos! Nada transforma mais hoje do que as redes sociais.

 

A mídia brasileira acabou se misturando aos meios políticos cada vez mais destrutivos e corporativos.

 

Perdeu grande parte de sua credibilidade e os seus canais se estreitaram. As redes sociais ampliaram os seus canais.

           

É por aí que as pessoas podem usar as suas armas. Nada de fuzis nem de baionetas.

 

O corporativismo dos poderes, dos servidores públicos, das entidades privadas, das universidades e, pasmem, até das facções do crime organizado.

 

Todos esses e muitos mais se organizaram pra construir um mundo político cinicamente fragmentado entre partidos políticos, os proprietários dos partidos, os eleitos por todos os partidos em todos os níveis.

 

Transformar o Brasil pode ser pelo voto, mas vai demorar décadas. É muito grande a degradação.

 

O caminho é a indignação e lançar mão das armas das redes sociais ao limite dos limites pra, quem sabe, acordar as facções que conduzem o país.

 

Estamos falidos como nação.

 

Não é exagero. Basta olhar ao nosso entorno. O que funciona decentemente no país? Nada!

 

Por quê? Porque quem conduz trata a nação como propriedade sua ou a compartilha para os interesses dos membros das facções públicas e privadas.

 

Não é mais possível qualquer tipo de tolerância. As redes sociais são um bom começo pra uma revolução armada de palavras.

 

A energia da palavra é uma das forças transformadoras mais poderosas do planeta.

 

Primeiro, a palavra. O resto vem depois em consequência dela!

           

Redes sociais na facção Brasil!

 

ONOFRE RIBEIRO é jornalista em Mato Grosso.

onofreribeiro@onofreribeiro.com.br  

www.onofreribeiro.com.br 




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