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Opinião / MAX CAMPOS
11.06.2018 | 07h30
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Com a palavra: você eleitor

Uma parte considerável e para mim alarmante diz que não está nem aí

Logo mais começa a campanha eleitoral, com muita gente cheia de promessas, quer dizer, propostas para corrigir as coisas que afetam o nosso dia a dia, então nada melhor do que saber o que eu, você, e todos nós eleitores, está pensando, refletindo, e como avaliamos o pré-candidato ao governo, senado, deputados federais e estaduais a serem escolhidos no pleito eleitoral e seguira nos próximos 04 anos representando nossas escolhas.

 

Pelo menos 146 milhões de brasileiros deverão ir às urnas em 7 de outubro, marcando as eleições gerais deste ano como a maior já realizada no Paíscom a missão de escolher pelo voto soberano os novos dirigentes, diante disso de acordo com as pesquisas de comportamento realizado Brasil afora por várias instituições sérias como SPC Brasil e Confederação de Dirigentes Lojistas apontam que cerca de 47% dos eleitores ainda acha que o combate à corrupção deve continuar mesmo sendo a prioridade máxima esperada para os próximos representantes políticos.

 

Obviamente ainda nesta fase de Pré Campanha onde ainda há recuo de candidaturascomo do empresário Dilceu Rossato (PSL) nos últimos dias mudam de certo modo o jogo eleitoral a medida que alguns candidatos se veêmem situação delicada acreditando que devam estar numa chapa com cabeça de chave, ou seja com um nome forte ao governo do Estado.

 

A população que possui um acesso acima da média de informações termina por delegar seu próprio futuro e da sociedade a uma pequena parcela

Ninguém sabe ainda quais serão os candidatos de verdade, quem chegara as convenções partidárias com um bom arco de alianças, aprovação suprapartidária e de encontro de idéias haja vista que o bem maior discutido não deve ser o “poder” mas sim “O POVO MATOGROSSENSE”.

 

Continuando à análise de comportamento e opinião aparece em segundo lugar a saúde pública; um verdadeiro “vespeiro”, penoso e espinhoso pois hoje vivemos a nível nacional uma falência não apenas do setor público mas também da privada em constante conflito com os planos de saúde particulares. 

 

Uma grande parte da população opina que os próximos dirigentes terão que cuidar de projetos que intensifiquem mais saúde ao povo. Em seguida lembram da educação e segurança pública. Mas e o emprego, me pergunto, não é importante? Uma parte significativa responderam que sim, graças se da a quem torce pelo político que se preocupa com projetos que viabilizem o empreendedorismo e assim gerar emprego e renda.

 

Mas continuemos com o foco de nossa reflexão: uma grande parte populacional também deseja que o próximo presidente e governo deve ter projetos de melhorias na saúde, educação e obras de infraestrutura e ainda fora citado um predicado que deveria a priori ser visto como algo inerente ao candidato e não como um “plus” que éa honestidade do candidato e metade dos entrevistados disseram ser imprescindível.

 

Para finalizar nosso convite a reflexão de cada 7 em cada 10 eleitores afirmam que não vão votar de forma alguma em candidato envolvido em escândalo de corrupção. Outra maioria quer um candidato pronto para fazer grandes mudanças e por mais discutível que pareça boa parte acham que as mudanças devem continuar, principalmente nos ajustes.

 

Este artigo serve para trazer uma proposta de reflexão. Uma parte considerável e para mim alarmante diz que não está nem aí, ou seja, está indiferente, com relação às próximas eleições, dizendo que acha que “tudo vai continuar a mesma coisa”. 

 

Além, dessas, outras informações importantes, e algumas impublicáveis externada por alguns eleitores realmente está difícil equilibrar a equação Eleitor x Candidato. Se tem uma saída. Reconquistar a confiança do eleitor, investindo na credibilidade e na confiança.

 

Em suma, de acordo com as pesquisas de comportamento o que vimos no pleito eleitoral de 2016 a prefeitura de Cuiabá onde brancos e nulos ultrapassou o 2º colocado nos reportar a afirmar que a população que possui um acesso acima da média de informações termina por delegar seu próprio futuro e da sociedade a uma pequena parcela que irá exercer a soberania do Voto e decidirá o futuro de milhares de pessoas. Mas evocê, acha o que?

 

MAX CAMPOS é servidor público estadual e articulista político




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