Cuiabá, Terça-Feira, 20 de Novembro de 2018
EDUARDO POVOAS
09.11.2018 | 07h00 Tamanho do texto A- A+

Capitão 17

Pouco me importa se você é contra ou a favor aos governos militares

Terça-feira, quando vi pela TV um Presidente da República aparecer em público após sua eleição, eleição esta alavancada exclusivamente por seus eleitores via redes sociais, de certo que me emocionei.

 

A primeira vez, foi quando votei em um trabalhador igual a mim, depositando nele toda confiança que me inspirou nas suas falas e na sua origem. Mal sabia eu que com aquela “dedada” que eu dei na cara daquele barbudo, estava colaborando com toda esta desgraça instalada por ele e sua tropa de larápios neste querido Brasil.

Tá na hora do presidente Bolsonaro acabar com a eleição direta para Reitores colocando ali quem devolva o respeito que a universidade sempre teve

 

Votei sim no molusco, por ver a possibilidade de um trabalhador consertar a desgraça deixada por uma velharada de São Paulo que há muito já deveria estar exposta no museu de cera.

 

Se arrependimento matasse, eu ao ver um amigo meu que empregou nas ações da Petrobras tudo que ganhou na vida e aquela tropa de facínoras e ladrões delapidando seu patrimônio, tinha vontade de regurgitar na cara desses calhordas.

 

Outra foi o dia 6. Dia em que vi uma nova esperança brotar. Dia em que vi a chegada do Capitão que ajudei a eleger. Dia que me fez voltar à cabeça o final dos anos 60, a segurança que eu tinha na faculdade, nas viagens e nas ruas. Pouco me importa se você é contra, a favor ou neutro com relação aos governos militares, mas neles vivi e ganhei dinheiro trabalhando como poucos.

 

Foi nesse época (eu sim posso falar por que fui universitário nesse período), que vivi seguro, deixando as chaves da nossa “república” sempre dentro de nossas malas sem sermos importunados.

 

Jamais fomos “visitados” pelo DOPS ou pela Policia Federal. Nosso meio cultivava estudo, churrasco, Chopp e garotas. Nunca ouvimos a imoral frase inventada pelo PT de “politicamente correto”. Politicamente correto é tudo que a esquerda gosta. É o deboche a família, às entidades de ensino e principalmente à Deus!

 

Jamais vi um Universitário ou uma Universitária, protestar nu pelas ruas. Nunca em tempo algum vi um grupo de homens ou mulheres protestando colocando crucifixo no anus, chamando Jesus de Gay, ou defecando em portas de Igrejas. Se opor a tamanha imoralidade, é demonstrar ser de extrema direita, é detestar a liberdade, segundo os facínoras.

 

Nossos jovens Universitários, futuros dirigentes deste pais, passam há cerca de 13 anos por uma lavagem cerebral imposta por esta casta esquerdista que domina nossas Universidades Federais. Isso leva nosso Brasil à beira de uma tragédia futura se estes, com o “politicamente correto”, implantado por comunistas enrustidos de petistas, seguirem, como tem seguido, esses tresloucados.

 

Tá na hora do presidente Bolsonaro acabar com a eleição direta para Reitores colocando ali quem devolva o respeito que a universidade sempre teve, o respeito às famílias brasileiras e a crença religiosa.

 

Nossas Universidades tem que voltar a ter a cara do brasileiro, trabalhador, honesto e família acima de tudo.

 

EDUARDO PÓVOAS é odontólogo em Cuiabá.




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