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Opinião / JÚNIOR MACAGNAN
15.07.2017 | 06h50
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Bons ventos para o emprego

A reforma não tira os direitos dos trabalhadores, e sim busca adaptações dos direitos à realidade socioeconômica

Pauta de grandes discussões, foi sancionada pelo presidente Michel Temer o projeto de reforma trabalhista, que entrará em vigor daqui a quatro meses.

 

Há quase 15 anos, somos alvos da história política que tem estremecido o país e nos fez caminhar para trás.

 

Lembramos que os mesmos que mais bradam contra esta reforma são os que foram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, contra o Plano Real, contra as privatizações da telefonia. E o tempo mostrou o quanto estavam enganados. 

 

As mudanças e as reformas, principalmente a política, a curto prazo, são extremamente necessárias, principalmente quando precisamos passar a direção e todos os seus reflexos a limpo.

 

Nitidamente, o Brasil não consegue acompanhar o progresso de países ricos e desenvolvidos, que, inclusive, passam constantemente por reformas. Vide o caso da França, que está em processo de profunda reestruturação.

Lembramos que os mesmos que mais bradam contra esta reforma são os que foram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, contra o Plano Real, contra as privatizações da telefonia. E o tempo mostrou o quanto estavam enganados

 

O passado ainda nos amarra, seguimos estagnados, e ainda afetados por decisões oriundas de um Governo que buscou a reeleição a qualquer custo.

 

A reforma precisa ser vista com bons olhos, é o progresso e esperança do amanhã.

 

É ajustar-se às transformações que acontecem constantemente em todas as partes do mundo e a necessidade atual do país.

 

De forma alguma, tira os direitos dos trabalhadores, e sim busca adaptações dos direitos à realidade socioeconômica vivenciada na atualidade.

 

Entre as mudanças, a flexibilidade na jornada de trabalho, parcelamento das férias, participação nos lucros e resultados, intervalo de almoço, planos de cargos e salários e banco de horas.

 

Temos potencial para seguir adiante, ingressar no mundo moderno e nos adaptar a tantas mudanças que nos atropelaram.

 

Não é o empregador que ganha, e sim o Brasil e os mais de 13 milhões de desempregados. Vamos adiante.

 

JÚNIOR MACAGNAN é empresário em Cuiabá.




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Arilson Barbsoa  15.07.17 08h56
Empresário falando a favor do fim, na prática, da CLT é o óbvio ululante! Empregado agora vai virar peça de reposição nas mãos do empregador. E quem gera riqueza são os trabalhadores, não o empresários; a riqueza permite sim que o empresário gere renda para todos: trabalhadores, governo e para o próprio empresário!
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