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Mundo / TERRORISTAS
14.07.2017 | 12h00
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Ataque perto da Cidade Velha de Jerusalém termina com palestinos e israelenses mortos

Polícia israelense diz que terroristas abriram fogo contra policiais, que revidaram. Três palestinos e dois policiais israelenses morreram

Ahmad Gharabli / AFP Photo

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Policiais forenses israelenses examinam cena de suposto ataque terrorista na cidade velha de Jerusalém

DO G1

Um ataque perto da Porta dos Leões, uma das entradas da Cidade Velha de Jerusalém, terminou com dois policiais israelenses e três suspeitos palestinos mortos, nesta sexta-feira (14). Um terceiro policial ficou ferido no confronto.

 

O porta-voz da polícia israelense, Micky Rosenfeld, afirmou que três homens armados atiraram contra policiais, que revidaram, segundo a agência Efe. “Os três terroristas estavam armados, foram baleados e acabaram morrendo.”

 

O presidente de Israel, Reuven Rivlin, afirmou, em nota, que os “policiais israelenses que se colocaram na frente dos atacantes impediram um desastre ainda maior”.

 

Os agressores carregavam facas, uma pistola e duas metralhadoras Carl Gustav, uma arma fácil de fabricar e de substituir suas peças, segundo o comunicado policial israelense.

 

Três pessoas, que não tiveram a identidade divulgada de imediato, foram socorridas: duas baleadas em estado grave e uma pessoa ferida por estilhaços. Mais tarde, a morte de dois policiais foi confirmada.

 

O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, falou com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, por telefone e expressou sua completa condenação e rejeição ao ataque com armas de fogo, informou a agência de notícias "Wafa".

 

Já o movimento islâmico Hamas, a Jihad Islâmica e a Frente Popular para a Liberdade da Palestina (FPLP) saudaram o ataque utilizando armas de fogo, de acordo com a Efe.

"A operação é uma evidência de que nossa gente está pronta para sacrificar seu próprio sangue pela mesma mesquita de Al Aqsa", declarou Hazem Qasem, um porta-voz do Hamas, em Gaza.

 

Aumento da tensão
 

O ataque aconteceu por volta das 7h20 (horário local, 1h20 de Brasília), na Jerusalém Oriental ocupada, depois que a área na cidade foi fechada, incluindo o Monte do Templo (ou Domo da Rocha como é chamada pelos árabes). Os muçulmanos não poderão ter acesso à Mesquita de Al-Aqsa para as tradicionais orações de sexta-feira.

 

Milhares de muçulmanos oraram nos arredores da cidade cujos acessos estavam vigiados e ficaram bloqueados pelas forças de segurança israelenses, segundo a Efe.

 

O porta-voz do Fatah na Cisjordânia, Osama al Qawasmeh, condenou o fechamento do acesso à mesquita e convocou os palestinos a se aproximar da região para se manifestar contra a decisão. "Fechar a mesquita de Al Aqsa e impedir que os fiéis realizem suas orações de sexta-feira é uma perigosa, condenável e rejeitada escalada", declarou.

 

O presidente Abbas falou nesta sexta com representantes de países árabes para forçar Israel a recuar e reabrir a Esplanada, segundo a agência Efe, cintando a Wafa.

 

O caso é parte de uma onda de violência, com início em outubro de 2015, onde morreram 265 palestinos - mais de dois terços deles ao realizar ataques ou supostos ataques -, 46 israelenses e outras quatro pessoas de várias nacionalidades como vítimas dessas agressões.

 

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/policiais-israelenses-sao-atacados-e-matam-3-palestinos-em-jerusalem-diz-governo.ghtml




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