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Judiciário / APÓS SEIS MESES
18.10.2017 | 11h25
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TJ concede liberdade a pastor acusado de estuprar adolescentes

Paulo Roberto estava preso desde abril deste ano; processo está em segredo de Justiça

Reprodução

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O pastor Paulo Roberto estava preso desde o dia 12 de abril no Centro de Custódia da Capital

JAD LARANJEIRA
DA REDAÇÃO

O desembargador Luiz Ferreira da Silva, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, concedeu liberdade ao pastor Paulo Roberto Alves, acusado de ter estuprado uma menor de 11 anos e uma adolescente de 16, em Cuiabá.

 

A decisão, que está em segredo de Justiça, é da última quarta-feira (11).

 

Conforme a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça, a liberdade foi concedida por maioria dos votos dos desembargadores que compõem a Câmara.

 

O pastor foi preso em flagrante no dia 12 de abril e estava detido no Centro de Custódia da Capital (CCC), desde então.

 

O caso

 

De acordo com o boletim de ocorrência, o pastor foi visto por uma viatura da PM deixando duas garotas - de 11 e 16 anos - próximo a um matagal, na Avenida das Torres, na Capital.

 

Desconfiados, os policiais passaram a fazer o acompanhamento do carro em que o suspeito estava. Porém, ao perceber a viatura, ele fugiu em alta velocidade.

 

Com isso, os PMs foram até o ponto de ônibus onde as meninas foram deixadas e encontraram as duas ainda no local.

 

Eles questionaram as garotas, que contaram uma história e, em seguida, os policiais decidiram acompanhar as duas até o bairro onde moram.

 

Os pais das meninas não estavam em casa. Depois de muito insistir, as duas acabaram confessando que conheciam o suspeito há alguns dias e que, na quarta-feira (12), teriam saído para manter relações sexuais com ele, em troca de dinheiro.

 

A adolescente de 16 anos contou que o pastor teria ligado enquanto ela ainda estava na escola, pedindo para encontrá-la, e insistido para que levasse sua sobrinha - de 11 anos -, pois pagaria às duas a quantia de R$ 200.

 

A menina ainda relatou que o pastor ligou novamente assim que as deixou no ponto de ônibus, pedindo para que não contassem à polícia sobre o encontro, e que pagaria mais R$ 200 pelo silêncio de ambas.

 

O pastor foi preso em sua casa e encaminhado para a Central de Flagrantes de Cuiabá, onde as meninas o reconheceram como autor do crime.

 

No mesmo dia, ele passou por uma audiência de custódia no Fórum da Capital e teve a prisão em flagrante convertida para preventiva.

 

Leia mais sobre o assunto:

 

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Paulo  18.10.17 13h00
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VALDINO DUARTE ALECRIM II  18.10.17 12h59
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