ENQUETES

O que você achou da condenação de 9 anos e meio de prisão para Lula?

PUBLICIDADE

Fogo Amigo
15.05.2017 | 17h04
Tamanho do texto A- A+

Grampolândia

Promotor cita tempos de Arcanjo: "inaceitável"

DA REDAÇÃO

Mauro Zaque

O promotor Mauro Zaque: não poderia me calar diante de uma coisa dessas

Ao comentar o caso de suposto esquema de grampos ilegais realizados pela Polícia Militar de Mato Grosso, o promotor de Justiça, Mauro Zaque – autor da denúncia – fez uma associação da prática aos tempos do ex-comendador João Arcanjo Ribeiro, que foi chefe do crime organizado no Estado.

 

Segundo Zaque, permitir uma rede clandestina de escutas telefônicas no Estado abre brechas para a práticas de eventuais “barbaridades” lá na frente.

 

"Eu, que vivi a época do Arcanjo neste Estado, sei que esse é o tipo de coisa que começa pequena e ninguém sabe onde vai parar. Se permitirmos que um cidadão, seja ele quem for, seja ilegalmente monitorado, estamos permitindo que, lá na frente, todo tipo de barbaridade ocorra”, disse o promotor, em entrevista à Rádio Capital FM.

 

“Isso começa com um grampo e acaba com as pessoas estiradas no meio da rua, em uma poça de sangue. Então, é algo inaceitável, é uma agressão ao estado democrático de direito. É uma agressão ao cidadão de bem, à sociedade, às instituições. Simplesmente, eu, como agente público, não tinha escolha, tinha que encaminhar. Não fiz juízo de valor, não acusei, mas não poderia me calar diante de uma coisa dessas”, completou.




Leia mais notícias sobre Fogo Amigo:
Julho de 2017
21.07.17 17h30 » Pontos na CNH
21.07.17 16h02 » Briga por espaço
21.07.17 14h05 » Esquema
21.07.17 10h51 » Blindagem
21.07.17 08h24 » Deu no "Bom Dia"
21.07.17 08h15 » 9 anos de cadeia
20.07.17 17h00 » "Cadeirada"
20.07.17 16h05 » É Fantástico!
20.07.17 16h00 » Carne fresca
20.07.17 10h00 » O Antagonista

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

1999-2017 MidiaNews - Credibilidade em Tempo Real - Tel.: (65) 3027-5770 - Todos os direitos reservados