ENQUETES

Você vai assistir ao horário eleitoral gratuito na TV?

PUBLICIDADE

Economia / EDUCAÇÃO FINANCEIRA
03.06.2018 | 21h30
Tamanho do texto A- A+

Por que nem todos sentem a inflação da mesma forma?

Veja 6 pontos para entender por que nem todo mundo tem a mesma sensação sobre o sobe e desce de preços.

do G 1

Em 2018, a inflação vem passando os meses bem abaixo da meta do Banco Central. Mas, entre os consumidores, não é consenso de que é possível sentir algum alívio no bolso. Isso acontece porque, ainda que os índices de inflação tenham o objetivo de medir a tendência da variação de preços na economia, nenhum detecta exatamente o consumo da sua família.

Veja abaixo 6 pontos para entender por que nem todo mundo tem a mesma sensação sobre o sobe e desce de preços:

 

1. Índice considera cesta de compras padrão

Há diferentes índices que mostram a variação de preços por faixas de renda, regiões, itens e períodos distintos. Esses índices ponderam os bens e serviços mais importantes para os consumidores e medem o crescimento desses preços.

 

Para identificar quais são os produtos mais comprados, os institutos que calculam a inflação fazem a pesquisa com os consumidores. Eles identificam o que eles consomem e quanto do orçamento familiar é gasto em cada produto ou serviço.

Os pesquisadores então visitam os estabelecimentos comerciais mais procurados pelas famílias e coletam os preços dos produtos e serviços.

A cesta de bens considerada pelo índice de inflação pode não ser a mesma de determinado consumidor, por isso, ele pode ter a percepção de que a “sua” inflação é maior ou menor do que a medida pelos índices oficiais.

 

2. Há diferenças no orçamento das famílias

Para definir quanto cada item conta para a inflação, os institutos também consideram a proporção média de, por exemplo, gastos com alimentação, transporte, escola no orçamento familiar.

 

Mas a composição dos gastos de cada família varia muito. As famílias de menor renda, por exemplo, dedicam parcelas maiores dos gastos à alimentação. As com maior renda reservam boa parte do orçamento para educação, saúde e lazer. Quem tem carro, por exemplo, vai sentir mais no bolso a alta da gasolina. Quem come mais carne vai sentir mais se esse produto subir.

 

 

3. Ganhos para alguns e perdas para outros

E mesmo entre famílias que, proporcionalmente, têm um consumo parecido, a percepção da inflação pode variar.

Se o que o consumidor costuma comprar não subir mais que a média, o impacto para ele será menor em comparação com aquele que está consumindo justamente a cesta de produtos e serviços com maior variação de preços.

 

 

Fonte      https://g1.globo.com/economia/educacao-financeira/noticia/por-que-nem-todos-sentem-a-inflacao-da-mesma-forma.ghtml




Clique aqui e faça seu comentário


0 Comentário(s).

COMENTE
Nome:
E-Mail:
Dados opcionais:
Comentário:
Marque "Não sou um robô:"
ATENÇÃO: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do MidiaNews. Comentários ofensivos, que violem a lei ou o direito de terceiros, serão vetados pelo moderador.

FECHAR

Preencha o formulário e seja o primeiro a comentar esta notícia
1999-2018 MidiaNews - Credibilidade em Tempo Real - Tel.: (65) 3027-5770 - Todos os direitos reservados

Ver em: Celular - Web