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Economia / MERCADO IMOBILIÁRIO
16.11.2016 | 11h37
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Corretores driblam a crise e mantêm alta nas vendas

Os bancos estão frequentemente modificando as taxas de juros

Divulgação

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A inflação recuou de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016

DA ASSESSORIA

Enquanto o mercado imobiliário se equilibra para manter as vendas e minimizar o impacto da retração, uma figura proeminente tem assumido o protagonismo nesse mercado - o corretor de imóveis.

 

Que o setor vive um momento de muitas expectativas e especulações quanto ao futuro é inegável, e todos nós sabemos, mas as dificuldades atravessadas pelo setor têm desafiado a expertise e habilidade destes profissionais.

 

É neste contexto de mudanças permanentes no cenário econômico que o talento individual dos profissionais do setor de corretagem tem sido colocado à prova para manter as vendas em patamares equilibrados.

 

Os bancos estão frequentemente modificando as taxas de juros, seguindo nos últimos meses uma forte tendência à redução, e nessa dinâmica o papel do corretor é acompanhar as atualizações financeiras do mercado e as melhores propostas de financiamento para o cliente.

 

Diante do quadro, os consumidores vêm sua margem para erros reduzida, e nessa hora, contar com a consultoria de quem entende do ramo pode evitar grandes perdas e dores de cabeça. O básico para qualquer corretor é conhecer bem seu produto. Mas isso é o básico.

 

A proeminência está em deter informações relevantes à região do empreendimento, suas expectativas de crescimento e valorização, as possibilidades de infraestrutura e logística urbana e por último, as condições de pagamento.

 

Apostando em um perfil ainda mais criterioso de investidores, exigentes e bem informados, conectados em um mundo digital, os profissionais do mercado imobiliário precisam se manter relevantes e oferecer valor ao consumidor.

 

Precisa dominar a informação, ser dinâmico, proativo, manter a empatia e o essencial: humanizar o relacionamento com o cliente. Em um mercado globalizado, sem barreiras e saturado por aplicativos para venda online, sai na frente quem consegue alcançar a alma do seu cliente.

 

A humanização mantém uma vantagem competitiva única frente a qualquer tecnologia, mas também é preciso se adaptar. Para Bernardo Bonilha, diretor comercial da Incorporadora Chilena BC Genera, atuar em momentos de retração é uma ótima oportunidade para o corretor colocar suas habilidades em prática.

 

O diretor explica que uma equipe afinada e proativa pode ser responsável por verdadeiras inovações na hora da venda. Ele conta que o faturamento com as vendas do Condomínio Brasil Beach, localizado na rodovia Hélder Cândia em Cuiabá, tem superado recordes de vendas, chegando a mais que duplicar as transações no acumulado entre 2015 e 2016.

 

“Claro que a qualidade do empreendimento e o valor agregado por suas exclusividades são diferenciais, mas o empreendimento não se vende sozinho, ele precisa de um facilitador, alguém que conheça o mercado, o perfil dos clientes, tenha expertise, saiba humanizar o processo de venda e acima de tudo, tenha ética profissional”, define Bonilha.

 

O Brasil Beach, já entregou sua primeira torre com 200 unidades e segue na conclusão da segunda. Avaliando o comparativo na evolução das vendas, hoje o condomínio multiplicou o montante de vendas, reflexo das inovações adaptadas à equipe de vendas, formada por um pool de corretores ligados a um empreendimento idôneo e com solidez no mercado, inclusive internacional.

 

Estratégias de comunicação e a absorção de inovações como o uso das mídias sociais colaboraram para o sucesso do empreendimento. A freada na taxa de juros e a ainda tímida desaceleração inflacionária já são suficientes para que o setor imobiliário projete uma retomada mais vigorosa das vendas em 2017.

 

A projeção também é confirmada pelo Relatório Trimestral de Inflação (RTI) divulgado pelo Banco Central, com previsão de crescimento em 50% por conta da abertura de novas unidades e a oferta de novos créditos imobiliários.

 

A inflação recuou de 10,7% em 2015 para, aproximadamente, 7,2% em 2016. Já em 2017, a previsão do mercado financeiro é de 5,07%, conforme o relatório.

 

As perspectivas de melhora também são influenciadas pelas expectativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que segundo o Banco Central deve crescer 1,3% em 2017. Já o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima avanço de 0,5%.




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