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Cotidiano / FUGA E MORTE
14.11.2017 | 15h01
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Suspeito de matar ex-mulher morre após bater moto em caminhão

Acidente ocorreu na madrugada desta terça-feira (14) em Araputanga; homem estava foragido da Polícia

Divulgação

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O motociclista José Antônio é suspeito de matar a ex Rita Jorge (no detalhe)

THAIZA ASSUNÇÃO
DA REDAÇÃO

O motociclista José Antônio Caetano, de 50 anos, morreu após se envolver em um acidente com um caminhão na madrugada desta terça-feira (14), em Araputanga (a 345 km a Oeste de Cuiabá).

 

Ele é suspeito de ter assassinado a sua ex-mulher, a dona de casa Rita Jorge da Silva, de 34, no último domingo (12), em Cáceres (225 km de Cuiabá). Depois do crime, o suspeito fugiu e ainda não havia sido localizado.

 

De acordo com a Polícia Civil, o acidente ocorreu por volta de 4 horas.

 

José Antônio seguia pela Rua Marques de Pombal, quando bateu de frente com o caminhão, que estava estacionado na via.

 

Ele chegou a ser socorrido por uma ambulância, mas não resistiu aos ferimentos.

 

A Polícia Civil irá apurar as causas do acidente.

 

Não se sabe se José Antônio perdeu o controle da moto, se houve algum defeito mecânico ou se ele provocou o acidente de forma deliberada.

 

O assassinato

 

Rita foi assassinada em frente à sua mãe, irmã e filhos. Ela estava na calçada em frente à casa da mãe, quando o acusado chegou ao local, atirou várias vezes e fugiu em seguida.

 

Uma ambulância chegou a ser acionada, mas apenas constatou a morte da mulher.

 

Conforme a Polícia Civil, ele não se conformava com o fim do relacionamento.

 

Rita já tinha registrado várias denúncias contra o ex-marido por agressão.

 

Ela estava com uma medida protetiva para que ele não se aproximasse dela.

 

Leia mais: 

 

Mulher é morta na frente da mãe; marido é o principal suspeito

 

 




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1 Comentário(s).

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Robélio Orbe  15.11.17 10h52
As delegacias comuns não estão preparadas para atender as mulher vítimas de violência, pois são submetidas à humilhação nestas delegacias quando da queixa. A Lei Maria da Penha não é aplicada na grande maioria dos casos de violências contra a mulher. A injusta justiça impera, a quem recorrer?
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