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Cotidiano / NO CARIBE
13.09.2017 | 10h50
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Sobreviventes de furacão, irmãs desembarcam em Cuiabá

Sara e Samara Cristina Nunes Bandeira enfrentaram o Irma na ilha de Tortola, no Caribe

Arquivo pessoal

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Sara (com a criança no colo) e Samara (de blusa na cintura), ao lado da família e amigos no aeroporto

THAIZA ASSUNÇÃO
DA REDAÇÃO

As irmãs cuiabanas Sara Cristina Nunes Bandeira Joseph, de 24 anos, e Samara Cristina Nunes Bandeira, de 17 – que sobreviveram à passagem do furacão Irma na ilha de Tortola, no Caribe - desembarcaram na manhã desta quarta-feira (13) no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande. O filho de Sara, de um ano, também retornou com ela ao Brasil. 

 

O furacão passou pela ilha na quarta-feira (6) com categoria 5, a mais alta na escala que mede esses fenômenos, e devastou tudo, inclusive a residência de Sara, que é casada com um caribenho e mora em Tortola há cinco anos. Tamara Cristina viajou para ficar com irmã em junho deste ano.

 

Tortola é uma das chamadas Ilhas Virgens Britânicas.

 

Em entrevista, Sara contou que elas não sentiram o furacão, só ouviram.

 

“Sabíamos que a nossa casa não era segura, porque ficava perto do mar, então pegamos roupas, comida e água e fomos para o hotel. Só depois que saímos para fora que vimos o estrago.  Quando eu soube que a minha casa foi destruída, eu fiquei chocada, mas depois agradeci por não estarmos lá.  Estamos com vida e isso é o que importa”, contou.

 

Gilberto Leite/RDNews

Irmãs

Amigos e família de Samara e Sara no aeroporto Marechal Rondon

As irmãs passaram uma semana ilhadas até a chegada do socorro. Um piloto que seguia de helicóptero para Miami, nos Estados Unidos pousou na ilha para ajudar as vítimas do furacão. A preferência era por mulheres com crianças e depois, mulheres.

 

“Graças a Deus, o piloto Rogerio Duarte, de São Paulo, estava passando pelo local, pousou e nos resgatou. Fomos de helicóptero até Porto Rico, onde pegamos um voo para o Panamá e depois outro para o Brasil. Foi uma viagem tranquila", contou.

 

No aeroporto, elas foram recebidas por familiares e amigos.

 

Conforme Sara, seu marido, Marvin Joseph, ficou lá, para ajudar a socorrer os desabrigados. Outros 15 brasileiros, conforme ela, estão tentando sair da ilha. A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que deve fazer o resgatar os brasileiros nesta quarta-feira (13).

 

Para a jovem, apesar da tragédia na ilha, o fato é visto como uma oportunidade de recomeçar. O furacão deixou cerca de 60 mortos.

 

“Nós já estávamos com outros planos. E agora, com esse acontecimento, vamos colocá-lo em prática. Como meu marido disse, é uma oportunidade de recomeçar, fazer o que estávamos pensando”, afirmou.

 

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