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Cotidiano / NO ORIENTE MÉDIO
01.12.2017 | 11h33
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PF procura jovem de Cuiabá que desapareceu após viagem à Síria

Família de Juliana Cruz, que trabalha na AMM, registrou um boletim de ocorrência na última quarta-feira

Reprodução

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A Polícia Federal investiga o desaparecimento de Juliana Cruz (detalhe)

CÍNTIA BORGES
DA REDAÇÃO

A funcionária da Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM), Juliana Cruz, está sendo procurada pela Polícia Federal após não retornar de uma suposta viagem à Síria.

 

Parentes registraram um boletim de ocorrência na última quarta-feira (29), já que a jovem, cuja idade não foi revelada, não retornou para o Brasil como prometido.

 

Juliana viajou para Síria em novembro para encontrar com o homem que conheceu pela internet.

 

A servidora está de férias da AMM, com volta programada aos trabalhos para a próxima semana.

 

Em uma postagem de outubro deste ano, a auxiliar administrativa colocou uma selfie feita no carro e o sírio comentou em protuguês: "Não devemos nos render", escreveu ele.

 

De acordo com a Polícia Federal, estão sendo realizados contatos com as embaixadas brasileiras em vários países do Oriente Médio, no entorno da Síria.

 

Divulgação

Ju Cruz

Postagem de Juliana Cruz em que Sheraz faz um comentário

Entretanto, a Polícia evita de passar mais informações, pois alega que, como as investigações ainda estão sendo realizadas, a divulgação de algumas informações podem atrapalhar o curso da busca.

 

Eles ainda temem pela vida e segurança de Juliana.

 

O responsável pelas investigações é o delegado Murilo Almeida Gimenes, do Núcleo de Inteligência da Polícia Federal.

 

No dia 14 de novembro, às 3h30 [ horário de Cuiabá], Juliana fez um "check in" no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

 

No mesmo dia, às 8h54, a garota fez outro "check in" falando que estava saindo com destino a Istambul, maior cidade da Turquia. Lá, possivelmente faria uma conexão e iria para a Síria.

 

De acordo com a AMM, para auxiliar as investigações, o notebook que era utilizado pela funcionária foi cedido para que a Polícia Federal possa extrair informações relevantes. Conforme a nota enviada à imprensa, a AMM disse que “está auxiliando a polícia, com as poucas informações que detém sobre o caso”.   

 

“A diretoria e os funcionários da Associação Mato-grossense dos Municípios estão sensibilizados com o ocorrido com a funcionária Juliana Cruz e são solidários com toda a família neste momento de muita preocupação e angústia”, diz a associação em nota. 

 

E completa: “A AMM se solidariza com a situação, mas ressalta que em período de férias os funcionários têm liberdade para viajar para onde quiserem, pois se trata de uma decisão pessoal e particular. Porém, anseia que o caso seja esclarecido o mais breve possível na esperança de que a funcionária retorne ao País, bem como aos quadros funcionais da instituição”.

 

Desde 2011, a Síria vive em uma guerra civil, considerada pela ONU a maior crise humanitária do século XXI. A estimativa é de que ao menos 250 mil pessoas tenham sido vítimas do conflito, e mais de 4,5 milhões tenham saído do País.

 

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Roseli Luiza de Lima  08.12.17 07h38
Roseli Luiza de Lima, seu comentário foi vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas
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