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Cotidiano / CASO PERSONAL
09.08.2018 | 15h37
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Morte de Danilo foi planejada por 3 meses, diz pivô do crime

Ane Lise Hovoruski revelou, em depoimento em Foz do Iguaçu, premeditação de assassinato

MidiaNews

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Os dois suspeitos do assassinato do personal Danilo Campos, durante audiência no Fórum da Capital

BIANCA FUJIMORI
DA REDAÇÃO

A empresária Ane Lise Hovoruski confirmou, em depoimento na terça-feira (7) em Foz do Iguaçu (PR), que seu ex-marido Guilherme Dias de Miranda planejou por três meses o assassinato do personal trainer Danilo Campos.

 

Danilo era filho do vereador de Várzea Grande, Nilo Campos (DEM), que foi até Foz do Iguaçu e acompanhou o depoimento de Ane Lise no Fórum.

 

Segundo o vereador, ela afirmou que conheceu Danilo em um show sertanejo antes de se casar com Guilherme.

 

No depoimento, a mulher ainda disse que, depois de se casar, Danilo se afastou dela. Porém, Guilherme continuou ameaçando-o.

 

“Depois de cinco meses que ele casou [Guilherme], ele matou meu filho. Aquele crápula ameaçou meu filho por meses”, disse Campos.

 

Ainda conforme o depoimento, depois disso o ex-marido teria passado a planejar o crime com o apoio de Walisson Magno de Almeida, que fez os disparos.

 

“Guilherme premeditou o crime. Ela [Ane Lise] disse que os dois mudaram a placa da moto com fita isolante e depois saíram para cometer o crime. Ela confirmou o que está no inquérito”, expôs o pai de Danilo.

 

O vereador ainda disse que se sente mais aliviado, porém nada pode ser feito para recuperar seu filho.

 

“Eu sinto que a justiça está sendo feita, mas não vai trazer meu filho de volta. Foi um crime cruel”.

 

Nilo Campos também pede que os acusados sejam condenados pelo júri popular.

 

“Tem que ir para o júri. A sociedade vai julgar esse assassino covarde”.

 

No dia 15, Guilherme e Walisson prestarão mais um depoimento sobre o assassinato de Danilo.

 

O caso

 

O crime ocorreu no dia 8 de novembro de 2017, no Bairro Duque de Caxias, em Cuiabá.

 

O corpo do personal foi encontrado caído ao lado do carro, na Rua General Ramiro de Noronha. 

 

Testemunhas informaram que a vítima estacionou o carro e, ao descer, foi atingida por tiros efetuados pelo garupa de uma motocicleta, que posteriormente seguiu em direção à Avenida Miguel Sutil.

 

De acordo com as investigações da Delegacia de Homícidios e Proteção à Pessoa (DHPP), Guilherme Miranda acompanhou a execução da vítima de dentro do próprio carro, um Honda Civic preto.

 

 

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