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Cotidiano / OPERAÇÃO ARARATH
26.05.2014 | 23h46
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Justiça Federal recebe denúncia do MPF contra Eder e Vivaldo

Eles são réus por crimes de lavagem de dinehrio e ocultação de bens

MixtoNet

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Vivaldo Lopes (primeiro à esquerda) e Eder Moraes (de terno preto), posam durante apresentação de mascote do Mixto: réus na Justiça Federal

RAFAEL COSTA
DO FOLHAMAX
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou formalmente na Justiça Federal pelos crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de bens o ex-secretário de Estado Eder Moraes e sua esposa Laura Tereza da Costa Dias.

O atual secretário-adjunto do Tesouro de Mato Grosso, Vivaldo Lopes Dias, e o gerente do Bic Banco em Cuiabá, Luiz Carlos Cuzziol, também figuram na lista dos réus na ação acatada pelo juiz federal Jeferson Scheneider.

Isso revela que o primeiro inquérito referente à conclusão da Operação Ararath já foi concluído. Ao todo, as buscas e apreensões feitas pelos agentes federais nas cinco etapas da operação policial resultaram na abertura de 10 inquéritos, sendo que nove ainda estão sob investigação em segredo de Justiça.

O juiz federal Jeferson Schneider já recebeu a denúncia formulada pelo MPF e estabeleceu o prazo de 10 dias para a defesa das partes apresentar as devidas alegações. O processo está tramitando na 5ª Vara Federal desde o dia 20 de maio e tem o seu conteúdo preservado por conta do segredo de Justiça.

O ex-secretário de Estado Eder Moraes é considerado pela Polícia Federal como o líder de um amplo esquema de lavagem de dinheiro em Mato Grosso. Conforme as investigações, empresas como a Amazônia Petróleo contraiam empréstimos bancários milionários dando como garantia de pagamento da dívida precatórios ou créditos de contratos com o governo do Estado.

No entanto, tudo não passava de uma simulação, uma vez que, o dinheiro era repassado integralmente a grupos políticos que os destinavam para abastecer caixa 2 de campanha eleitoral, pagar propina a autoridades e até mesmo comprar uma vaga de conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado).

O inquérito da Polícia Federal que apura a prática de suposto esquema de lavagem de dinheiro revelou movimentações financeiras entre empresas do investigado Júnior Mendonça, proprietário da Amazônia Petróleo, e o secretário-adjunto de Estado de Fazenda, Vivaldo Lopes.

Por meio de quebra de sigilo bancário autorizada pela Justiça, a Polícia Federal descobriu pelo menos seis transferências da Amazônia Petróleo Ltda. e da Globo Fomento Ltda., ambas de Mendonça, à Brisa Consultoria e Assessoria, empresa de Vivaldo Lopes. Juntos, os valores somam R$ 520 mil.

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4 Comentário(s).

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gomes  28.05.14 07h54
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Paulo Roberto  27.05.14 12h53
Se o valor recebido por vivaldo foi para o Mixto, é só verificar quem éra o presidente da éopca e confirmar as inforações
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Maria  27.05.14 09h54
Agora fica a pergunta com tudo isso q/ está na midía será q/ o mesmo ainda vai continuar c/ o cargo de secretário adjunto do Tesouro de MT, com a palavra o Excio Senhor Governador. O poder da oração justiça está se cumprindo.
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alzite  27.05.14 08h57
alzite, seu comentário foi vetado por conter expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas

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