Rose Gasparelo  16.04.18 16h45
Uau!! História fantástica, riquíssimas, olha os álbuns, e será que restaram os movéis dessa época? sou cuiabana de chapa-e-cruz, amo ouvir essas histórias de pessoas que fizeram histórias e tb da nossa Cuiabá antiga..Parabéns pela matéria, poderiam fazer mas matérias sobre nossa velha Cuiabá.
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Marco Antonio  16.04.18 14h49
Desde 2003, quando aportei nessa terra querida e descia pela rua dq Santa Casa para a Bispo, olhava de soslaio admirando aquela casa linda. Pensava ate em um dia comprá-la. Kkkkkkk
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Sonia Salles Martins  16.04.18 13h30
Qdo adolescente ia com a minha mãe,Zelinha, sobrinha da tia Chiquita, visitá-la nesse casarão. Lembro-me de ter visto várias caixas de móveis fechadas e me foi explicado que esses chegaram após May falecer e que não seriam montados. é q Ficava atônica ao ouvir histórias dos nossos antepassados.
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Nazira Fonseca  16.04.18 10h37
Brilhante matéria! Eu estudava no Colégio DASA e passava enfrente ao Casarão todos os dias. Tinha um medo terrível kkkk Evitava olhar para ele, passava colada ao muro do Clube Dom Bosco...kkkk Eu só tinha 8 anos de idade naquela época! Hoje aos 47 anos de idade descubro que o casarão não era assombrado! Linda matéria! Viva Ana Maria do Couro May uma mulher guerreira à frente do seu tempo!!!
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Paulo Cézar Viana  16.04.18 10h03
Acredito na versão da sobrinha, passar no período noturno naquele local escuro e houvir a voz de quem já se desprendeu é realmente assustador!
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Nádia Paes  16.04.18 09h01
Excelente matéria!
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Telma Cenira  16.04.18 07h28
Agradeço à Jad e ao Midianews pela esclarecedora matéria e a todos que estão se manifestando de maneira carinhosa.
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GIAN BALDO  15.04.18 23h37
Fui aluno do Nilo Povoas no começo dos anos 90 e uma professora da epoca nos contou sobre essa lenda. Curiosos, eu e mais um grupo de alunos da nossa sala fomos até a frente da casa, para olhar de perto tudo aquilo. Foi então, que naquela tarde ensolarada uma lampada que ficava bem em frente a porta de acesso acendeu, e todos nós saímos correndo. Na ocasião uma das colegas desmaiou ali mesmo na frente do portãozinho, e depois já na escola quase tomamos uma advertência coletiva por ter ido lá na casa em horário de aula. Não me esqueço dessa cena da colega caida na calçada, bem em frente a casa depois que a lampada acendeu.
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Observo  15.04.18 23h00
Nossa estudei anos no Cesário Neto, sempre passei ali e até admirava a casa, mas nunca ouvi falar que era assombrada!!! Kkkkk...
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Fátima   15.04.18 22h47
Fantástico, excelente matéria. Amo os historias da minha terra.
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Davy  15.04.18 22h38
Desde criança sempre achei essa casa muito interessante e misteriosa, e ficava pensando em quem morou ali, eu nao sabia a respeito de ser mal assombrada. Sempre sonhei em conhecer o interior do imóvel mesmo por fotos, desde criança .... Com absoluta certeza ela pode não ser mal assombrada, mas existe uma energia muito forte que atrai a atenção dàs pessoas! Que Deus abençoe a alma dessa mulher forte, guerreira e linda! E muito obrigado pela reportagem que matou uma curiosidade lá dos anos 80 :)
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Leandro  15.04.18 21h59
Morei nessa casa por 2 anos. Na época, ano 2000, estava indo morar em Cuiabá e não conhecia a cidade nem suas lendas urbanas. Quando aluguei, fiquei entusiasmado com um imóvel daquele tamanho a preço de banana (Haviam convertido o casarão em 4 apartamentos). Descobri a história de fantasma logo nos primeiros dias através de um taxista que se recusou a me levar até o imóvel. No primeiro mês o único vizinho que eu tinha no imóvel faleceu de meningite... o que só aumentou a história, meses depois vi da sacada um rapaz ser baleado do lado da praça onde tem o busto da dona may... era domingo a noite na saída dos bailes do clube dom bosco. Mas no fim das contas... morei lá por 2 anos e nunca vi nada de sobrenatural. Mas o imóvel realmente era sombrio... corredores que levavam à paredes fechadas... no térreo avia uma sala com paredes de pedra e pouca luz com uma fonte com esculturas e poemas escritos à mão na parede de cimento... o banheiro da piscina chamávamos de calabouço pois era feito também de pedras... no subterraneo.. paredes com limbo... e uma luz fraca.
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Maristella Freitas  15.04.18 21h53
Uma alegria ter notícias suas, Telma, depois de tanto tempo! Lembro-me muito da sua tia May e do enorme carinho que você tinha por ela. Muitas saudades da nossa convivência escolar no Coração de Jesus e depois no Liceu Cuiabano. Gostaria muito de revê-la! Um grande abraço.
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Lorenzo Reuter  15.04.18 21h01
Parabéns Telma, gostei da entrevista, um grande abraço !!!!!
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André Floresta  15.04.18 20h45
Essa casa foi dividida em vários cômodos. Uma vez fui visitar pra alugar um desses cômodos. Estava uns 40° e quando entrei bateu um vento gélido q me tremeu a espinha. Sabia das histórias mas mesmo assim quis alugar. Pensando no ar condicionado. A economia de energia ia ser uma boa. Infelizmente o corretor imobiliário alterou o valor é acabei não alugando.
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Célia Monteiro   15.04.18 20h43
Parabéns Telma pela reportagem e esclarecimentos pra essas pessoas que não conheceram e nem viveram com essa pessoa como a sua Tia.
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Eduardo Campos   15.04.18 19h22
Excelente matéria. Conta um pouco da história regional e das pessoas ilustres que aqui viveram. É preciso conservar a memória dos Cuiabanos ilustres! Parabéns Mídia News!
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Telma Cenira  15.04.18 18h19
Olá, Teresinha, obrigada pelo carinho. Saudade daquela época em que podíamos nos encontrar e nos divertir nas ruas da cidade.
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Giovana garcias  15.04.18 17h51
Que estranho ...me remeteu ha 18 anos atrás pela primeira vez e depois todas as vezes que passei pelo local imagina a história e quem seriam os moradores desse casarao?A minha imaginação pairava . Mas nunca soube de nada e apenas hoje estou tendo conhecimento sobre esses fatos
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Bia Lima   15.04.18 16h54
Amo conhecer esses "causos" da cuiabania
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Teresinha  15.04.18 13h06
Oi Telminha fiquei feliz de ver sua entrevista.É verdade quanta saudades de você. Lembro da nossa infância e adolescência no mundeo Rua Cel.Peixoto , foi uma adolescência muito FELIZ éramos companheiras de finais de tardes. Lembra nossa turma Hert , HeloIsa Regina .Conheci sua tia MAY grande mulher guerreira admirada pelos Cuiabanos , como também conheci sua casa onde ela recebia seus amigos e parentes tenho grandes lembranças de vocês. Um beijo minha amiga .💋💋💋💋💋
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Teresinha  15.04.18 13h05
Oi Telminha fiquei feliz de ver sua entrevista.É verdade quanta saudades de você. Lembro da nossa infância e adolescência no mundeo Rua Cel.Peixoto , foi uma adolescência muito FELIZ éramos companheiras de finais de tardes. Lembra nossa turma Hert , HeloIsa Regina .Conheci sua tia MAY grande mulher guerreira admirada pelos Cuiabanos , como também conheci sua casa onde ela recebia seus amigos e parentes tenho grandes lembranças de vocês. Um beijo minha amiga .💋💋💋💋💋
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Teresina Solange monteiro  15.04.18 12h49
Sou amiga da Telminha desde a infância tivemos nossa adolescência na Rua Cel.Peixoto conheci a sua tia May, fiquei muito feliz de ve-la contar sua vida passada É verdade MAY foi uma grande mulher Cuiabana lutadora e publicamente amada pelos Cuiabanos como também o pai da Telminha saudoso cel.Gonçalo e D.Lenir .um grande abraço Telminha lembro de nossa adolescência juntamente com Dr.Herbert Monteiro e sua família brincávamos na praça Bispo Dom José .Quanta saudades dessa época. Um beijo amiga.
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Aparecido guia das neves  15.04.18 12h04
Excelente materia!
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LUIZ  15.04.18 11h26
Parabéns pela Reportagem, estudei na minha infância no Nilo Póvoas que ficava ali próximo é muito interessante agora passados mais de 30 tomar conhecimento da origem da fama daquele local.
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Mario marcio da costa e silva  15.04.18 11h22
Parabens pela materia e esclarecimentos,que duram decadas esta lenda.Todos nos, meninos da epoca nao ariscavamos a passar a noite sozinho pelo local.
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Jeves B. Salvino  15.04.18 11h12
Nos Anos 8O, trabalhei como professor na Escola Nilo Póvoas e essa história e estórias eram muito compartilhada pelas crianças, jovens e até mesmo professores da época que com suas místicas e visões e audições alimentavam os folguedos nos corredores, escadarias e banheiros da escola. É, sem dúvida, uma bela história que merece ser contada, pois estampa uma mulher de vanguarda que fez a diferença pra sua época. Viva May!!!
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Daniel  15.04.18 10h50
Sempre tive curiosidade sobre esse casarão, sempre o admirava quando ia pra escola (Prof. Nilo Póvoas) parabéns pela reportagem! 👏👏👏👏
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Jully Esther  15.04.18 10h28
Interessante a história há 43 anos moro em Cuiabá, sempre soube sobre as assombrações nunca acreditei pois sou uma pessoa que crer verdadeiramente na vida eterna, mas nunca fizeram uma matéria com familiar e completa. Dona May era além do tempo dela, pena que faleceu muito cedo.Parabéns pela reportagem.
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