carla   20.03.17 17h08
A situação do governo esta ruim, não só por conta dos últimos dois anos são coisas que vem acumulando, e de leis que foram feitas lá atras sem observar o que tinha pela frente.
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Camila  20.03.17 15h08
Também ne, acharam que o país continuaria crescendo 5% ao ano
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Edson  20.03.17 15h02
Mais um presidente da AL mostrando a que veio. É muito fácil falar em aumento de impostos, quero ver falar gestão responsável e redução da absurda estrutura parlamentar e mordomias dos deputados. Basicamente é o seguinte: você gera riqueza e é "premiado" com mais impostos.E para os desavisados que pensam que produtor rural não paga imposto, vá se informar antes de falar do que não sabe. Além disso, um eventual aumento da carga tributária irá impactar a todos, e não somente os produtores rurais, pensar diferente é ingenuidade, para dizer o mínimo.
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Manoel silva  20.03.17 14h56
A 20 anos os deputados não cumpri seu dever,tem coisas que estão acumuladas a tempo,a culpa não é do governador.
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rodrigo justus de brito  20.03.17 14h13
Sr. Deputado, porque não começar com as verbas de gabinete e a dispensa de aspones, reduzindo o numero de cargos... Porque não acabar com os incentivos fiscais (basta uma lei estadual para isso, certo???)? Porque não gastar a gordura dos empreiteiros primeiro, cortar na carne, certo???
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Thiago  20.03.17 13h44
Antes de se falar sobre aumentar taxação no agronegócio tem que se ver o lado do Produtor Rual, e ainda mais vindo do Presidente da Assembleia hen, procure estumar mais antes de dizer bobagem. Vocês não tem noção do custo que é Plantar soja aqui no estado de mato grosso, estamos sendo assaltados aqui desde bancos até as em pressas taxas de juros absurdas nunca vistas no planeta, não temos nenhum seguro caso aconteça o que aconteceu safra 2015/2016 porque quem pagou as conta do prejuízo fomos nós, não é assim que se ajuda estimular a produção nacional, o Governo tem que ter mais logística em seus gasto, o que tem que ser cortado é essa corrupção sem fim
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Souza lima  20.03.17 12h18
Lembrando que, oque nosso estado vem passando é reflexo do que acontece no país e todos os poderes tem que ajudar. Não podemos negar que nosso governo vem fazendo de tudo para melhorar nosso estado e mesmo com tantas dificuldades principalmente nos repasses ele esta correndo atrás.
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Mattos  20.03.17 12h10
Nosso estado precisa arrecadar mais dinheiro. Se da pra cortar gastos, tem que diminuir sim de onde for, Não dá pra tirar apenas dos servidores.
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Adilson Miranda  20.03.17 11h50
Momentos tensos, ainda mais depois dessa operação "carne fraca", estamos passando por situações que demonstram o quanto a classe política e o MP estão se engalfinhando, falar agora em sobretaxação depois das sanções que o setor agropecuario já vem sofrendo acredito ser fora de mão.
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Adelmo Da Cunha  20.03.17 11h46
Importante o Presidente da Assembléia se posicionar, importante na verdade em momento tenso como esse ver todos os lados da moeda, até para não ser mais um ou outro o culpado. De fato o agronegócio precisa ser revisto, mas não vejo que a melhor forma seja tributando e sim forçando investimento deles dentro do estado, trazendo industrias do ramo para cá.
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Maria  20.03.17 09h34
SENHOR DEPUTADO BOTELHO UMA FORMA DE AUMENTAR A RECEITA É COM ESSA DETERMINAÇÃO DO MINISTÉRIO PUBLICO DO ESTADO DE MATO-GROSSO QUE REQUEREU DESDE SETEMBRO/2016 AO INDEA O CUMPRIMENTO IMEDIATO DA LEI COMPLEMENTAR 235/2005 QUE EXIGE O CERTIFICADO DE IDENTIFICAÇÃO DE MADEIRAS PARA O TRANSPORTE INTERESTADUAL E ATÉ A PRESENTE DATA 20/03/2017 NÃO FOI CUMPRIDO, E ESSA ATIVIDADE DE IDENTIFICAÇÃO DE MADEIRA SE TORNOU UM IMPORTANTE INSTRUMENTO DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE DO TRANSPORTE DE MADEIRAS EXTRAÍDAS NO TERRITÓRIO MATO-GROSSENSE, AUXILIANDO ALÉM DOS ÓRGÃOS AMBIENTAIS E DA EVASÃO FISCAL E A DEFESA DO CONSUMIDOR, PORTANTO A PORTA DO ESTADO ESTÁ ABERTA (SEM FISCALIZAÇÃO) PARA O TRANSPORTE DE MADEIRAS ILEGAIS COMO A CASTANHEIRA(PROIBIDA DE CORTE) E TANTAS OUTRAS E COM ISSO O DESMATAMENTO ESTÁ AI DEVASTANDO A NOSSA FLORESTA, E O ESTADO ESTÁ PERDENDO 27 MILHÕES E AINDA MAIS A CADA DIA QUE ESSA ATIVIDADE NÃO É RETOMADA SÃO CENTENAS DE CARGAS DE MADEIRA ILEGAL QUE VÃO PARA OUTROS ESTADOS E COM ISSO ESTÁ HAVENDO UMA OMISSÃO NAS OBRIGAÇÕES PÚBLICAS COM IMPACTOS NO ORÇAMENTO DO ESTADO E NA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE, DECISÃO JUDICIAL NÃO SE DISCUTE, SE CUMPRE.
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Amauri  20.03.17 09h15
Acho que os políticos têm mais gordura pra queimar do que os produtores, que tal cortar verbas de gabinete, diminuir o número de"assessores" , diminuir as regalias de todos funcionários de gabinete, verbas de aluguel, passagens aéreas, etc... Creio que seria mais produtivo.
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Lauro Portela  20.03.17 07h09
As progressões servem como um instrumento de incentivo ao estudo, se. deputado. Pelo visto, o sr., que diz ter "estudado", não parece saber disso. Há dois tipos de progressões: classe e nível. A de classe depende da formação complementar do servidor (além da formação exigida para o cargo que ele ocupa): cursos técnicos, cursos de pós graduação lato sensu (especializações), cursos de pós graduação stricto sensu (mestrado, doutorado, pós doutorado). Sabe o custo disso? Este profissional, que custeou sozinho a própria formação, devolve à sociedade em seu trabalho (como professor, médico, enfermeiro, advogado etc.). As progressões de nível ocorrem a partir do tempo de serviço público - tempo este de ganho de a experiência e acúmulo de funções não remuneradas. Agora dizer que o servidor simplesmente vai ganhando salário do nada, fica a impressão que o servidor não trabalha, não estuda, não se informa, não contribui. Somos servidores públicos e tenha certeza de que o setor de marajás não está no funcionalismo do poder Executivo.
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Marcos Benout  20.03.17 00h47
Primeiro, o Estado deveria cobrar as maiores empresas devedoras de impostos, e nao cobrar a conta do "prejuízo" somente nas costas dos servidores - em dois anos empreaa fantasma cusa rombo de mais de R$ 3 bilhões de reais aos cofres públicos estaduais e, para espanto de quem está acpmpanhando, ninguém sabe de nada!; Segundo, se reduzir os incentivos fiscais em, no mínimo, 20% (e essa é uma das contrapopostas que, realmente, está no PLP 343/2017 (as progressões e a RGA NÃO estão incluídas), que do ano de 2015 (último ano do Governo Silva) era de R$ 1,2 bi, dobrou no ano de 2016 (2° ano do Governo), esse montante DOBROU, alcançando a casa dos R$ 2,4 bi (dois bilhões e quatrocentos milhões de reais). Este valor de "incentivos" se reduzido, faria entrar no caixa do Estado, quase, R$ 0,5 bi por ano, ou seja, R$ 480.000.000,00 (quatrocentos milhões de reais); Terceiro e, talvez, um dos principais - se não, o principal - motivo(s) pelo qual estamos passando por esse terrorismo no Brasil e em Mato Grosso tem um fundo de interesse do Sistema Financeiro - SF (bancos), que realmente sairão ganhando muito com todas essas contra-reformas, Nacional e Estadual, sobretudo, em se tratando do nosso Estado, é que, se levarmos em conta que os bancos detém grande parte dos commodities agrícolas, que são antecipados quando do financiamento bancário, pelo agronegócio, para a manutenção e desenvolvimento dos negócios, e que, de forma indireta, através do Agronegócio, o SF vêm impondo suas vontades. É sabido que o Agronegócio bancou a campanha eleitoral de grande parte dos Parlamentares e do Governo do Estado. Assim, com a "mão invisível", o SF age para que os parlamentares e o Governo devolva os "favores" que lhes foram feitos (pensei que doação era de coração...); Assim, se o Governo não deve, pq temer? Por quê o senhor e mais 2 Deputados voltaram atrás e retiraram suas assinaturas para instaurar a CPI da Previdência? Pq não fazer uma auditoria em uma DÍVIDA PÚBLICA que JAMAIS FOI AUDITADA?!? POR QUÊ? POR QUÊ? POR QUÊ? (...)?... São essas os meus apontamemtos e minhas indagações!! RESPONDA (ITEM POR ITEM) SE FOR CAPAZ!
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Reginaldo  19.03.17 07h12
Só o agronegócio? Acabam de determinar R$ 400,00 de auxílio alimentação para servidor é que o estado tem que pagar R$ 200k para presidiário morto em cela. TUDO AO CONTRÁRIO, o preso que deveria pagar, recebe. O produtor que deveria receber, paga! A estrategia é boa, meter a mão onde gira mais dinheiro, se quebrar, não será na sua gestão mesmo, então, que se $&#€¥£. A "onda" é pegar logo o quanto der, no menor espaço de tempo, depois, se azedar, devolve uns 2-3% e fica de boooa, nome limpo, lágrimas na TV é um bando de coitados endeusando o marginal. Triste realidade do nosso querido Brasil.
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Jair  18.03.17 22h21
Mais do que justo, o agronegócio tem que pagar imposto igual a todos os cidadãos.
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